Produto TÓXICO e morte: A PROIBIÇÃO da ANVISA contra marca de macarrão arrancada dos mercados e decreto HOJE

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

21/11/2023 às 09:39 · Tempo de leitura: 3 minutos

A PROIBIÇÃO da ANVISA contra marca de macarrão - Montagem: TVFOCO

Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a proibição da Anvisa contra marca de macarrão arrancada dos mercados

Antes de mais nada, é muito importante deixar claro que a Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária é uma agência reguladora, sob a forma de autarquia de regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde.

Dessa forma, hoje vocês irão saber detalhes sobre a proibição da Anvisa contra marca de macarrão arrancada dos mercados e sua situação atualmente. Vamos conferir?

Bom, sem mais delongas, de acordo com informações do portal CBN, em nota divulgada em 22/09/2022, a Anvisa proibiu a comercialização e determinou o recolhimento imediato de produtos alimentícios da marca Keishi. Para quem não sabe, tal empresa é responsável pela produção e comércio de vários tipos de massas estilo oriental como udón, yakisoba e lamen.

O que aconteceu com a marca Keishi?

Bom, conforme o que foi divulgado pela fonte, esta é a primeira empresa que atua no ramo de produção de alimentos para humanos a ser afetada após o início das investigações sobre a morte de 65 cães.

De acordo com os tutores dos cães, eles morreram após ingerirem petiscos da empresa Bassar.

Dessa forma, na época, uma das suspeitas era de que havia uma substância responsável pela intoxicação, o propilenoglicol, teria sido vendida apenas para empresas que produzem petiscos para cães.

Assim, sem pensar duas vezes, a Anvisa disse que o produto também foi adquirido pela empresa que vende alimentos para humanos.

Pois bem, durante uma visita da Anvisa na empresa Keishi, controlada pelo grupo BBR INDUSTRIA E COMERCIO DE MACARRAO LTDA, foi então constatado que a empresa usou a matéria-prima como ingrediente na linha de produção de massas.

Marca Keishi – Foto Internet

Marca Keishi – Internet

Assim, na época do ocorrido, a Anvisa determinou que todas as empresas que tiverem em posse dos lotes não devem utilizá-los, nem comercializá-los em hipótese alguma.

Em nota, a fabricantes de petiscos caninos, a Bassar, diz que comprou a matéria-prima que estaria contaminada da companhia mineira Tecnoclean, que por sua vez, alegou que não fabricou o propilenoglicol e comprou o produto da empresa paulista A&D Química, que alegou que comercializa produtos apenas para os segmentos de higiene e limpeza.

Os casos de intoxicação foram investigados pelas Policias Civis de Minas Gerais e São Paulo.

Por fim, salientamos ainda que, como dito acima, o caso ocorreu no ano de 2022, e a situação atualmente, é que a empresa opera normalmente no mercado.

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