Mudanças importantes na forma de fazer jornalismo na TV

01/02/2011 às 16:55 · Tempo de leitura: 2 minutos

FLAVIO RICCO
Colaboração José Carlos Nery

 

Um dos momentos mais interessantes do bom “Fantástico” desse último domingo foi a matéria de Zeca Camargo e César Tralli na casa do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira. Pelo que o assunto representa e a forma como os dois colocaram.

Na verdade, está acontecendo uma mudança importante na maneira de fazer jornalismo na televisão. O modelo quadradinho de muitos anos, com passagem parada e decorada, historicamente em plano médio estático, quase sem mexer o pescoço, aos poucos vai saindo de moda. A Record, justiça se faça, foi a primeira a acabar com isso. Já há alguns anos, se adotou uma linha mais conversada e informal nas suas reportagens e apresentações. O tratamento é diferente.

Hoje, na Globo, as passagens em movimento também acontecem em maior frequência. Repórteres andando com microfone na mão, improvisando e acompanhando um plano sequência, como se viu na invasão do Complexo do Alemão ou no recente desastre das chuvas na Região Serrana. Ou, matéria no ar sem nenhum “off”, algo inimaginável em outros tempos.

Ainda na Record, no “Domingo Espetacular”, sempre foi possível assistir reportagens de longa duração, quase 20 ou 30 minutos, padrão que o “Fantástico” agora vem adotando. É um jornalismo mais verdade. Sem quase produção. Ou edição. O telespectador, com toda certeza, agradece.

Mais lidas

ver todas
  1. Neto discreto de Roberto Carlos é um dos homens mais lindos
  2. Câncer fatal: A morte devastadora de atriz mais amada da Globo e Ana Maria aos prantos com anúncio de luto
  3. Luto no Brasil com morte de ídolo da Seleção Brasileira
  4. Tarcísio Filho vive assim hoje após abandonar novelas
  5. "Ainda choram por mim": Carta psicografada inédita de Dinho, do Mamonas, revela culpado por sua morte