Salário mínimo nesse estado é bem maior que o valor mínimo pago no piso federal e será a alegria desses CLTs em 2026; veja os grupos que recebem
Alguns estados adotam o seu próprio salário mínimo e isso faz com que eles dispensem o valor do piso nacional. Em todos os casos, os valores superam o que é determinado pelo governo federal.
Um desses casos é o do estado do Paraná, que renovou o piso para 2026 e com isso, o piso máximo agora está em pouco mais de R$ 2,4 mil. É que é dividido por faixas e eles têm exatamente 4.

Faixas de pagamento
O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda do Paraná (CETER) aprovou os novos valores do piso salarial estadual, e com isso, desde 1° janeiro, os trabalhadores têm novos salários.
Veja como ficaram as faixas:
- Grupo I passa a ter piso de R$ 2.105,34, destinado a trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca;
- Grupo II terá o valor de R$ 2.181,63, abrangendo trabalhadores dos serviços administrativos, comércio, reparação e manutenção;
- Grupo III foi fixado em R$ 2.250,04, voltado aos trabalhadores da produção de bens e serviços industriais;
- Grupo IV, que contempla técnicos de nível médio, terá piso de R$ 2.407,90.

Vale destacar que graças a esses valores, o Paraná tem o maior salário mínimo do Brasil e com isso, é o que mostra maior valorização com o trabalhador.
Foco em melhorar os ganhos do trabalhador
O secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo, comentou que essa aprovação de novo valor, é resultado de uma parceria que pensa no trabalhador:
“Esse é um exemplo claro de como o diálogo entre governo, trabalhadores e empregadores gera resultados concretos. O piso salarial do Paraná é fruto de uma construção coletiva, que respeita a realidade econômica e, ao mesmo tempo, protege o trabalhador”.
Além disso, ele ainda fez questão de comentar: “O processo reafirma o compromisso do Governo do Estado com o diálogo social e com decisões construídas de forma democrática”.

Quais outros estados com pisos próprios?
Além do Paraná, os seus vizinhos de região, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, também têm pisos próprios. Além deles, temos ainda São Paulo, que também atualizou os valores e o Rio de Janeiro, que faz tempo que não ajusta.
