Nem R$1518, nem R$1631: Lei do Governo Estadual garante salário mínimo de R$1978

Governo estadual traz salário mínimo de R$ 1.978 a milhares de trabalhadores, barrando os R$ 1518 e R$ 1631 do governo federal

30/11/2025 às 13:30 · Tempo de leitura: 4 minutos

Ilustração salário mínimo (Foto: Reprodução / iStock)

Governo estadual traz salário mínimo de R$ 1.978 a milhares de trabalhadores, barrando os R$ 1518 e R$ 1631 do governo federal

Agora em 2025, o valor vigente do salário mínimo atingiu em cheio os brasileiros. Isso porque, saindo dos R$ 1.412 e atingindo os R$ 1.518, o pagamento teve um reajusta de R$ 106, o que, apesar de parecer pouco, pode causar um grande impacto no bolso dos trabalhadores.

Contudo, o que tem dado o que falar mesmo, é o valor pago a uma lista de trabalhadores em um estado brasileiro. Isso porque, lá o valor chega aos R$ 1.978, sendo acima até mesmo das previsões para o salário mínimo nacional de 2026.

Afinal, qual a previsão do salário para 2026?

De acordo com as informações do g1, segundo o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), o governo prevê um aumento de 7,44% no salário mínimo no próximo ano. Esse reajuste representa um acréscimo de R$ 113, o valor passa de R$ 1.518 para R$ 1.631 em 2026.

Salário mínimo de R$ 1.978

Em março deste ano, lá em Santa Catarina um novo piso salarial entrou em vigor. Agora, milhares de trabalhadores catarinenses recebem um salário bem maior que o atual faixado nacionalmente e até mesmo já maior que a projeção para o ano que vem.

De acordo com o portal FIESC, as negociações entre entidades patronais e laborais foram concluídas em março de 2025, resultando em novos valores para quatro faixas salariais. Dessa forma, Santa Catarina aprovou um reajuste médio de 7,27% no salário mínimo regional.

Valores atuais do piso salarial catarinense:

  • Primeira faixa: R$ 1.730,00
  • Segunda faixa: R$ 1.792,00
  • Terceira faixa: R$ 1.898,00
  • Quarta faixa: R$ 1.978,00

Ademais, vale destacar que o piso salarial em vigor em Santa Catarina contempla uma lista de trabalhadores que não têm um salário definido em acordos ou convenções. Dessa forma, ajudando a reduzir desigualdades e fortalecer o poder de compra no estado.

A distribuição dessas faixas atende diferentes setores da economia:

  • Primeira faixa inclui trabalhadores da agricultura, pecuária, indústrias extrativas, pesca, empregados domésticos, turismo e hospitalidade.
  • Segunda faixa contempla empregados em indústrias do vestuário, calçados, fiação e tecelagem.
  • Terceira faixa abrange trabalhadores das indústrias químicas, farmacêuticas, cinematográficas, da alimentação e do comércio em geral.
  • Quarta faixa engloba empregados em indústrias metalúrgicas, mecânicas, de material elétrico e setores similares.

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