
Osmar Silveira em Segundo Sol, da Globo. (Foto: Reprodução)
Antes de alcançar degraus mais altos na carreira, Osmar Silveira passou por alguns perrengues até conseguir uma vaga em Segundo Sol, atual folhetim das nove da Globo.
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“Sou do Mato Grosso, estou no Rio há seis anos e tanta coisa já aconteceu desde que cheguei. Perrengues, falta de grana, muito trabalho para começar a ser percebido. Mas sou muito grato e orgulhoso de tudo que tive a oportunidade de viver até aqui”, disse ele para o Notícias da TV.

Ator esteve em novelas bíblicas. (Foto: Divulgação)
A situação dele foi bem complicado logo que se mudou para o Rio de Janeiro, recorrendo a ajuda financeira de familiares. Osmar, hoje vivendo um traficante e envolvido com Manu (Luísa Arraes) e Rochelle (Giovanna Lancellotti) em Segundo Sol, já esteve em duas novelas bíblicas da Record. “Tô aprendendo muito a cada dia. Sou muito grato a todas as oportunidades que me foram dadas”, contou ele.
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Sobre o novo trabalho ele diz: “Está sendo uma descoberta, é interessante poder interpretar um personagem tão distante de mim. Acho que a maior exigência vem de mim mesmo, da minha própria autocrítica, das cobranças e frustrações que às vezes tenho quando a expectativa fica grande e nem sempre consigo atingi-la.”
ATOR DE SEGUNDO SOL JÁ PASSOU DIFICULDADE
É bastante comum encontrar entre os famosos histórias de superação. Muitas vezes, antes da fama, eles passaram por dificuldades financeiras, como é o caso do intérprete do Valentim em Segundo Sol, o ator Danilo Mesquita. Em entrevista à revista Quem, ele revelou como foi a sua vida quando resolveu deixar Salvador aos 18 anos para tentar fazer a carreira no Rio de Janeiro.
“Passei todos os perrengues de quando você sai de casa cedo para outro estado sozinho, sem ninguém do lado. Sempre morei longe; estudava teatro em Botafogo, na Zona Sul, e morava na Ilha do Governador e na Penha. Eram duas horas e meia para ir e duas horas e meia para voltar no trânsito. Sou de uma família pobre, então não tinha dinheiro para lanchar na rua. Você fica o dia inteiro só esperando para chegar em casa para comer. Passei essas coisas que todo mundo passa e que é importante passar. E acho massa que passei, tem tudo a ver com você correr atrás. Isso te dá forças para você conseguir suas coisas. Quando você consegue, você dá valor, sabe que não foi à toa, que foi batalha sua”, contou.