Trabalhadores em êxtase: Norma trabalhista é armada para salvar CLTs com 3 dias de folga por semana
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Escala de trabalho CLT (Foto: Reprodução)
Empresas têm aderido novas regras para o bem-estar dos funcionários e comprovaram maiores rendimentos dando mais tempo de descanso
Desde 2024, entrou em pauta o fim da escala 6×1 na CLT, que ganhou forte repercussão nas redes sociais. A ideia, lançada pela deputada federal Erika Hilton, do PSol, passou a ser discutida no Congresso, mas ainda está longe de se tornar, de fato, uma lei.
No texto, a parlamentar pede por uma revisão nas atuais regras trabalhistas, pensando no bem-estar dos cidadãos que trabalham durante a semana inteira, muitas vezes, para receberem um salário mínimo. Após a repercussão, surgiu uma “trend” na internet.
Em meio à discussão sobre o tema, algumas pessoas têm dividido com os internautas uma nova categoria nas empresas, chamada de “CLT Premium”. No ano passado, o IBGE divulgou que quase 38 milhões de brasileiros estão trabalhando registrados no Brasil, mas apenas uma pequena parcela desse número tem acesso às regalias.
Hoje, a lei serve, principalmente, para resguardar o bem-estar do trabalhador e a seriedade dos empregadores que dependem de seus funcionários. Entre as obrigatoriedades, aparecem vale-transporte, férias, 13º salário e Fundo de Garantia, o FGTS. No entanto, alguns contratantes se destacam pela valorização dos colaboradores, oferecendo outros benefícios não obrigatórios pela lei.
Em abril, algumas empresas também deram início a um experimento que garante uma carga horária reduzida aos colaboradores, mas ganhando o mesmo salário. Foram 4 dias de expediente e 3 de folga, superando as expectativas. O projeto teve desenvolvimento pela 4 Day Week Brazil, que apontou melhorias no comportamento e na produtividade dos funcionários.
Afinal, o que ganha um CLT Premium?
- Plano de saúde;
- Plano odontológico;
- Academia de graça;
- 14º, 15º salário, entre outros adicionais;
- Bonificação pelos lucros obtidos pela empresa;
- Vale-Refeição com valores acima do salário mínimo.
Conclusão
- O balanço constatou que 61,5% das empresas notaram avanço na execução de projetos e 58,5% viu mais criatividade na realização das tarefas.
- Cerca de 58% dos funcionários afirmaram que passaram a conciliar melhor a vida pessoal e a profissional, após as folgas concedidas.
- Houve também redução nos problemas de indisposição, insônia, estresse no trabalho, entre outras coisas, constantemente denunciadas pelos colaboradores.
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