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Assim como os movimentos das ruas e avenidas, as leis de trânsito estão sempre se renovando em ciclos em prol das novas realidades e necessidades da sociedade em geral. E isso fica ainda mais evidenciado diante dos novos comportamentos e hábitos que dominam a rotina de muitos condutores.
Falando nisso, se antes ter um carro zero era o auge, atualmente andar sob duas rodas têm se tornado um objetivo cada vez mais atrativo. Até porque esse tipo de veículo se enquadra no trio essencial de qualquer consumidor: bom, bonito e barato.
Fora isso, os mesmos apresentam outra característica muito ovacionada na atualidade: a sustentabilidade uma vez que muitos desses veículos não fazem uso de combustível e sim de um sistema, muitas vezes elétrico, para funcionar como: ciclomotores, bicicletas elétricas, entre outros.
Inclusive, de acordo com o portal JC, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) desempenha um papel crucial nessa evolução, e uma nova lei das motos, EM VIGOR, comprova esse fato.
Vale dizer que, graças a essa mesma lei, em vigor desde julho de 2023, acabou chegando a uma lista de veículos populares, cujos condutores não são obrigados a ter a CNH para serem conduzidos.
Primeiramente é bom entender as atualização das classificações de veículos sob duas rodas, como ciclomotores e bicicletas elétricas, conforme estabelecida pelo Contran. Tais classificações ficaram definidas da seguinte forma:
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Isso sem falar que as mesmas são um fundamentais para uma mobilidade mais sustentável e ainda promove um estilo de vida mais saudável.
Com essas classificações bem definidas, tanto os ciclistas quanto os usuários de ciclomotores e equipamentos de mobilidade, podem desfrutar de uma experiência de transporte mais segura e eficiente.
No contexto das regras de trânsito no Brasil, é importante ressaltar que, para a grande maioria das motocicletas, ciclomotores e motonetas, a posse de habilitação é um requisito OBRIGATÓRIO.
Isso significa que qualquer pessoa que deseje pilotar esses veículos precisam possuir a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A.
Isso se aplica a todos os modelos de motocicletas, ciclomotores e motonetas, que também devem ser registrados e emplacados de acordo com as regulamentações do Contran.
Essas medidas visam garantir que os condutores desses veículos tenham o treinamento e a capacidade necessários para operá-los com segurança nas vias públicas.
Pra quem não quer tirar uma habilitação tradicional, a ACC pode ser a opção mais viável, mas existem alguns processos a seguir para conseguir o documento como:
As exigências necessárias são:
ATENÇÃO! É EXTREMAMENTE NECESSÁRIO que você analise bem os prós e contras e qual das permissões é mais viável para o seu dia a dia, para que não se arrependa depois e tenha que passar por todo o processo novamente.
De acordo com o portal Garagem 360 e conforme dissemos acima, pelo menos 5 modelos não precisam mais do documento e são eles:
Também é a mais braba do seu nicho, podendo chegar aos 40 km/h em apenas 3,8 segundos.
Zero Luna (Foto: Reprodução/ Internet)
Caloi Mobylete elétrica (Foto: Internet)
Tailg Dyfly (Foto: Reprodução/ Internet)
Loop K1 (Foto: Reprodução/ Internet)
S1 Smart Bike (Foto: Reprodução/ Internet)
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Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.