Governador Tarcísio de Freitas sanciona reajuste de 10% para categoria de trabalhadores; Veja as novas regras de promoção

A valorização das forças de segurança em São Paulo ganhou um capítulo decisivo neste ano de 2026. Em um movimento que une reconhecimento salarial e modernização das estruturas internas, o governo estadual de Tarcísio de Freitas oficializou uma lei que impacta diretamente o cotidiano de milhares de servidores.

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A iniciativa busca não apenas compensar perdas inflacionárias, mas também corrigir gargalos históricos nas promoções e na progressão de carreira, tornando a segurança pública uma área mais atrativa e eficiente.

Lei de Tarcísio cria medida essencial em benefício às mulheres (Foto: Reprodução/ © Marco Galvão/Alesp/ Internet)
Lei de Tarcísio traz medida essencial a uma categoria de trabalhadores (Foto: Reprodução/ © Marco Galvão/Alesp/ Internet)

Para os profissionais que integram essas corporações, trazemos abaixo como funciona na prática essa nova lei sancionada por Tarcísio, a qual reajusta em 10% o salário desses profissionais, e as principais mudanças e quem será beneficiado:

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  • Quem são os profissionais beneficiados?
  • Reestruturação na PM;
  • O novo caminho para o topo da carreira em 18 anos;
  • Polícia Técnico-Científica;
  • Impacto Fiscal.

Quem são os profissionais beneficiados?

A nova lei sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas (Lei nº 18.442) garante um aumento real de 10% na remuneração das polícias:

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  • Militar;
  • Civil;
  • Técnico-Científica.

O reajuste aplica-se a todas as classes e carreiras, abrangendo cerca de 198 mil servidores, entre ativos e inativos.

A medida foi aprovada em regime de urgência pela Alesp neste mês de abril, respeitando os prazos legais do ano eleitoral de 2026.

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Policiais de São Paulo receberão bonificação do governador Tarcísio de Freitas (Foto: Agência Brasil)
Policiais de São Paulo passarão a ter uma bonificação (Foto: Reprodução/ Agência Brasil)

Vale ressaltar que a Polícia Penal, subordinada à SAP, não foi contemplada neste pacote específico de reajuste.

O fim da 2ª classe e as novas promoções

De acordo com as normas, a Polícia Militar passa por uma reforma estrutural significativa com a extinção da graduação de soldado de 2ª classe.

Agora, o ingressante é denominado aluno-soldado e, ao término do curso de formação, torna-se automaticamente soldado de 1ª classe.

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Essa mudança viabiliza a promoção imediata de mais de 10 mil profissionais, com um incremento médio de R$ 480 no salário bruto.

Além disso, foi estabelecido um cronograma para que soldados com mais de cinco anos de serviço cheguem ao posto de cabo até dezembro de 2028.

O novo caminho para o topo da carreira em 18 anos

Para a Polícia Civil, a nova legislação foca na meritocracia e na agilidade. O novo modelo de carreira permite que um policial alcance a classe especial (o topo da hierarquia) em aproximadamente 18 anos.

Anteriormente, esse percurso poderia levar mais de três décadas.

A progressão agora depende de um conjunto de critérios:

  • Tempo na classe;
  • Avaliação periódica de desempenho;
  • Cursos de aperfeiçoamento;
  • Histórico disciplinar, garantindo que a ascensão profissional seja constante e previsível.

A qualificação profissional passa a ser obrigatória, exigindo cursos específicos para que o policial possa subir de nível na corporação.

Como fica a valorização da Polícia científica?

Os profissionais da Polícia Técnico-Científica, incluindo peritos criminais e médicos legistas, foram integrados à legislação que regulamenta a Dejec (Diária Especial por Jornada Extraordinária).

Agora, esses especialistas podem trabalhar em seus dias de folga, recebendo por até dez diárias extras de 8 horas por mês.

O benefício equipara a categoria aos delegados e agentes, oferecendo uma oportunidade de aumento na renda líquida mensal por meio da prestação de serviço extraordinário.

Quais impactos a implementação dos 10% no salário da categoria afeta os cofres de SP?

A implementação desse pacote de reajustes e reestruturações representa um investimento de aproximadamente R$ 1,75 bilhão anuais aos cofres do Estado de São Paulo.

De acordo com o governo, o esforço financeiro é necessário para reduzir o déficit de pessoal e motivar as tropas em um período de intensa atividade.

Mas, para outras regras e leis relevantes no Brasil,  clique aqui*.