Contagem pro ADEUS: Nova lei trabalhista é aprovada e fim de serviço geral da Uber cai como bomba neste estado
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uber conta com milhões de usuários espalhados em todo o Brasil (Reprodução: Internet)
Fim de serviço geral da Uber pega todos de surpresa
Todos sabem da importância do serviço da Uber para os brasileiros, que ganharam uma nova forme de transporte, desde a chega do aplicativo no país, até os dias de hoje.
Acontece que uma notícia surpreendeu a todos, quando uma nova nova lei trabalhista foi aprovada, causando o fim de serviço geral da Uber, caindo como uma bomba neste estado.
Tudo começou quando aconteceu uma uma acirrada divergência sobre se motoristas dos aplicativos Uber e Lyft no Estado de Massachusetts , Estados Unidos.
O problema começou quando houve uma discussão se os motoristas deveriam ser tratados como funcionários das empresas ou não. Foi aí que a corte estatal decidiu que ouvirá discussões sobre o assunto.
De acordo com a Uber e a Lyft, seus motoristas não devem ser considerados funcionários devido à flexibilidade do trabalho e à possibilidade dessas pessoas trabalharem para aplicativos concorrentes simultaneamente.
Por outro lado, existem pessoas que argumentam que essas empresas detêm controle sobre as condições de trabalho dos motoristas, motivo pelo qual eles deveriam ser considerados seus empregados.
De acordo com o site Exame, os advogados da Uber já disseram que uma mudança nesse sentido poderia fazer com que o aplicativo encerrasse suas atividades no estado.
Outros estados também têm enfrentado o mesmo debate. Em Nova York, por exemplo, a Uber e a Lyft fecharam um acordo de 328 milhões de dólares para resolver acusações de que teriam atrasado o pagamento de motoristas.
Os aplicativos de transporte vão virar CLT?
De acordo com o Globo existe uma a proposta de formalização da profissão, mas ela não determina a criação de vínculo empregatício entre motoristas e as respectivas empresas do setor que atuam no Brasil, como Uber e 99.
Ou seja, mesmo com a formalização do trabalho, os motoristas não terão a carteira de trabalho assinada pelos aplicativos por onde trabalham.
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