Nova novela das seis da Globo foi descartada por causa de texto "insatisfatório"

07/12/2015 às 12:55 · Tempo de leitura: 3 minutos

(Foto: Globo/João Miguel Júnior)

Luan Santana em cena de “I Love Paraisópolis”; cantor foi sondado para nova novela das seis
(Foto: Globo/João Miguel Júnior)

Nova novela das seis da, prevista para substituir “Êta Mundo Bom”, “Trem Bom” foi cancelada pela Globo, conforme noticiamos na semana passada. Tal decisão da emissora foi motivada porque o texto acabou sendo considerado “insatisfatório”.

O departamento de Dramaturgia Diária da Globo reprovou os primeiros capítulos apresentados pelo autor estreante Mauricio Gyboski. A trama, que teria o universo sertanejo como pano de fundo, já havia perdido a vez na fila das novelas das 18h para “Êta Mundo Bom”, de Walcyr Carrasco. Agora, o folhetim está definitivamente descartado e, após “Êta Mundo Bom”, o canal carioca colocará no ar uma novela Walther Negrão. É o que informa o jornalista Daniel Castro.

A sinopse de “Trem Bom”, aprovada pouco mais de um ano atrás, empolgou a Globo, que até chegou a cogitar ter um astro da música sertaneja como protagonista da história. Michel Teló e Luan Santana foram sondados para protagonizar a trama, mas a falta de tempo para prepará-los como atores e a concorrida agenda de shows fizeram a emissora pensar em alternativas. No entanto, o que levou a Globo a cancelar de forma definitiva a novela foi mesmo o texto considerado “insatisfatório”.

Ainda de acordo com a publicação, “Trem Bom”, que já tinha até diretor definido – Jayme Monjardim -, contaria a história de uma dupla de música sertaneja. O novo folhetim das 18h se passaria em uma cidade fictícia do interior de São Paulo, onde teriam duas famílias rivais: uma dona de uma gravadora e outra, com dois talentos do sertanejo, os irmãos Cairo e Argel. Cairo, um habilidoso peão de boiadeiro, trabalharia para o vilão da história, Juca Jobim.

Mauricio Gyboski, autor da novela “Trem Bom”
(Foto: Divulgação)

Autor iniciante, Mauricio Gyboski entrou na Globo após participar de um curso de Aguinaldo Silva, que tem como objetivo formar novos autores de novelas. Nessa “master class”, nasceu “Fina Estampa” (2011), a qual Gyboski foi colaborador, repetindo a parceria com Silva em “Império” (2014).

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