Bauducco, Panco e + atingidas: Nova proibição da Anvisa atinge em cheio doces e pães populares nos mercados

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

12/07/2024 às 16:42 · Tempo de leitura: 4 minutos

Nova lei da ANVISA atinge Bauducco, Panco, Adria e mais - Foto: Internet

A Anvisa surpreendeu com uma nova proibição que atinge em cheio marcas de pães populares e de outros produtos nos mercados. A notícia chocou todo mundo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atua em nosso país garantindo a segurança, qualidade e eficácia de alguns produtos e serviços de nosso cotidiano. Falaremos sobre uma nova lei do órgão federal com uma proibição que atinge em cheio a Bauducco e outras marcas amadas de pães e torradas.

Isso porque, segundo informações do portal GOV.BR, desde o dia 22 de abril de 2023, os alimentos contendo cereais já devem ser fabricados conforme a nova regra para classificação e identificação de produtos integrais. Esse comunicado atinge diretamente a Bauducco e outra empresas.

Com a vigência da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 712/2022, a ideia é impedir que o consumidor compre um alimento integral, o produto deve conter, no mínimo, 30% de ingredientes integrais. Além disso, a quantidade de ingredientes integrais deve ser superior à quantidade de ingredientes refinados.

Vale lembrar que a isso não quer dizer que, antes da norma, os produtos comercializados como integrais não tivessem em sua composição cereais integrais. A diferença é que a RDC 712/2022 definiu os requisitos mínimos de identificação e de classificação para uniformizar o processo de fabricação.

A Bauducco se adaptou as novas regras antes do prazo e extinguiu as antigas embalagens. Com a vigência da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 712/2022, a ideia é que o consumidor compre um alimento integral, o produto deve conter, no mínimo, 30% de ingredientes integrais.

A Bauducco se adaptou as novas regras antes do prazo e extinguiu as antigas embalagens. Com a vigência da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 712/2022, a ideia é que o consumidor compre um alimento integral, o produto deve conter, no mínimo, 30% de ingredientes integrais.

De acordo com informações do G1, o portal de notícias da Globo, quem não cumprir com a resolução da Anvisa cometerá uma infração sanitária. Por isso, marcas que não se adequarem às novas regras podem receber penalidades como advertência, multa, interdição de produtos e até cancelamento de alvará.

Cabe lembrar que para as massas alimentícias, o prazo de adequação vai até 22 de abril de 2024. Além disso, a Resolução não se aplica às farinhas integrais e aos produtos constituídos exclusivamente por cereais integrais, como, por exemplo, a farinha de trigo integral, a aveia integral e o arroz integral.

O que são alimentos integrais?

Segundo o portal ‘IDEC’, para ser considerado integral, o alimento necessita de algumas características padrões. Uma delas se trata do fato de terem algumas camadas dos seus grãos preservados, como o endosperma amiláceo, farelo e gérmen, sem considerar as cascas para aqueles que tiverem.

Em tese, a camada mais externa se chama farelo, a intermediária é o endosperma amiláceo e a mais interna é o gérmen do cereal.

Assim, quando o arroz passa pelo processamento, o farelo e o gérmen são retirados, surgindo as seguintes variações: o arroz integral e o polido (arroz branco). Na versão integral, vale destacar, o alimento possui o farelo e o gérmen preservados e por conta disso ele leva mais tempo para cozinhar.

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