No início do ano, houve um reajuste no pagamento do INSS e mudança ganhou repercussão na Globo

César Tralli tem trazido assuntos importantes aos aposentados e pensionistas do INSS. No Jornal Hoje, o jornalista separa um bloco especial para tratar da demanda social.

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Em janeiro, veio a notícia mais aguardada por boa parte da população. De R$ 1.320, o salário mínimo subiu oficialmente para R$ 1.412, após um decreto assinado pelo presidente Lula.

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O INSS é a instituição responsável pelo pagamento da demanda social, como aposentadoria e outros auxílios (Foto: Agência Brasil)

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Além dos trabalhadores, o valor reajustado também passou a ser válido para outras categorias, como aposentados, pensionistas e auxiliados do Benefício de Prestação Continuada. Houve ainda outras mudanças que estão em vigor desde o início do ano.

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Diante do aumento, o seguro-desemprego consequentemente subiu, assim como o abono do PIS/Pasep. Agora, uma nova mudança é prevista somente para 2025, possivelmente chegando em R$ 1.500.

Idosos, Benefício de Prestação Continuada

Idosos em situação vulnerável, que estejam acima de 65 anos, podem ir atrás do Benefício de Prestação Continuada (Foto: Agência Brasil)

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Quem tem direito ao Benefício de Prestação Continuada?

O idoso de baixa renda tem direto a um salário mínimo mensal, garantido pelo Governo Federal. Trata-se do Benefício de Prestação Continuada, que não é previdenciário e não depende de prévias contribuições.

Para ter acesso à liberação, é necessário procurar o CRAS, fazer o CadÚnico e informar os dados pessoais. O primeiro requisito é a idade mínima de 65 anos, enquanto o segundo é em torno das condições em que se vive.

Apesar de não depender de contribuição ao INSS, o pagamento é feito através da instituição que atende toda a demanda social. Por enquanto, os auxiliados ainda não tem direito ao 13º, mas já existe uma proposta em andamento.

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Apesar de não depender de contribuição, o Benefício de Prestação Continuada é pago pelo INSS (Foto: Previdência Social)