O Nubank se mexeu novamente e traz um novo atrativo para os clientes que possuem esse cartão; Entenda as mudanças

Conforme mencionamos em matérias anteriores, o Nubank encerrou um dos serviços mais amados do seu portfólio, o rendimento de 200% do CDI sobre o saldo de cashback do Ultravioleta, o que causou o maior reboliço nas redes sociais, como podem ver aqui*.

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No entanto, o Nubank decidiu trazer uma espécie de substituto em vantagem ao reforçar a estratégia de valor do Ultravioleta e “salvar” seus clientes de alta renda. Trata-se de uma parceria com o LATAM Pass, a qual permite acumular milhas qualificáveis para subir de categoria no programa de fidelidade da companhia aérea.

Milhas qualificáveis

De acordo com o E-Investidor, na prática, a cada 5 pontos Nubank transferidos, o cliente recebe 1 milha qualificável no LATAM Pass, com limite de 25 mil milhas por campanha.

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Além disso, o cartão passou a oferecer 1 milha por ponto do Ultravioleta, que pode ser usada no resgate de passagens, produtos e serviços da LATAM.

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Esse movimento aproxima o banco digital de um público que valoriza experiências exclusivas, como:

  • Upgrades de cabine;
  • Embarque prioritário;
  • Maior conforto em viagens internacionais.

A iniciativa também reforça a aposta do Nubank em fidelização, algo essencial em um segmento cada vez mais competitivo.

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Quais são as demais mudanças do Ultravioleta?

O relançamento do Ultravioleta não se limita às milhas. A fintech ajustou toda a proposta de valor do cartão:

  • Mais pontos por dólar: Agora são 2,2 pontos por dólar gasto ou 1,25% de cashback, à escolha do cliente;
  • Nu Viagens: Em compras internacionais, o benefício sobe para 9 pontos por dólar ou 5% de cashback;
  • Acesso VIP: Quatro entradas anuais gratuitas em salas Priority Pass, distribuídas em mais de 145 países;
  • Isenção de custos internacionais: O Nubank zerou o IOF e o spread da conta global, disponível em mais de 40 moedas;
  • Mudança na anuidade: O valor subiu para R$ 89 mensais, com isenção para gastos acima de R$ 8 mil ou investimentos superiores a R$ 50 mil.

Impactos:

De fato, o fim dos 200% do CDI marca uma virada importante no posicionamento do Ultravioleta.

Afinal de contas, o Nubank deixa de apostar em rendimento agressivo para competir no mercado e passa a oferecer um pacote de benefícios voltado ao estilo de vida de clientes de alta renda.

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A estratégia se ancora no consumo qualificado, viagens internacionais e experiências exclusivas.

Com isso, a fintech sinaliza que o Ultravioleta deixa de ser apenas um cartão que “rende mais” e se torna:

  • Um produto de relacionamento completo;
  • Com vantagens alinhadas às demandas de um público;
  • Disposto a pagar mais por conveniência e prestígio, mesmo diante das críticas.

Mas, para saber mais sobre os benefícios do Nubank, clique aqui*