Nubank informa quem precisará pagar anuidade de R$89 por mês em 2026
Nubank surpreende clientes ao informar quem poderá pagar anuidade de R$ 89 mensais em 2026 após atualização de benefícios
Conta e cartão Nubank (Foto: Reprodução)
Nubank surpreende clientes ao informar quem poderá pagar anuidade de R$ 89 mensais em 2026 após atualização de benefícios
O cartão Nubank voltou ao centro das discussões entre clientes em 2026 após confirmar que parte dos usuários da modalidade premium precisará desembolsar R$ 89 por mês para continuar com acesso ao plano Ultravioleta. A cobrança passou a chamar atenção principalmente entre consumidores que receberam o convite para aderir ao cartão Black da fintech, mas descobriram que a gratuidade não vale para todos.
Na prática, quem não atingir os critérios mínimos estabelecidos pela instituição terá a mensalidade incluída diretamente na fatura. A regra, que já aparece de forma oficial nos canais do banco, mexeu com a percepção de muitos clientes que imaginavam receber um cartão premium sem custos fixos.
Em um momento em que os bancos digitais disputam usuários de alta renda, o anúncio também colocou em pauta uma pergunta simples, mas importante: afinal, quem realmente vai precisar pagar essa cobrança em 2026?
A resposta veio da própria página oficial do Ultravioleta e também dos termos atualizados do serviço. Segundo o Nubank, o cliente consegue manter a mensalidade zerada somente se cumprir pelo menos uma das exigências definidas pelo banco. A primeira delas envolve gastos mensais no cartão acima de R$ 8 mil. A segunda opção exige manter ao menos R$ 50 mil guardados ou investidos dentro da plataforma da instituição.
Quem não cumprir nenhum desses dois requisitos passa a pagar R$ 89 por mês, valor que será lançado automaticamente na fatura do cartão. Em números anuais, isso representa R$ 1.068 ao longo de 12 meses. O próprio banco detalha essa condição em sua página pública do Ultravioleta, deixando claro que a cobrança deixou de ser exceção e passou a fazer parte da política oficial do produto.
Apesar de muitos consumidores chamarem essa cobrança de “anuidade”, tecnicamente o Nubank trata o valor como mensalidade. Na prática, o efeito para o bolso do cliente é semelhante ao de uma anuidade tradicional parcelada mês a mês. Isso significa que, se o usuário perder a isenção em determinado mês, verá o valor cobrado na fatura daquele período. Caso volte a cumprir os requisitos no mês seguinte, pode voltar a ficar isento, desde que o banco confirme o enquadramento nas regras internas.
O Ultravioleta é o cartão premium do Nubank, ligado à bandeira Mastercard Black. Esse tipo de cartão costuma ser oferecido para clientes com renda mais elevada ou com maior relacionamento financeiro com a instituição. Diferente dos cartões tradicionais, produtos Black costumam incluir serviços exclusivos, mas também podem trazer custos mais altos caso o cliente não alcance critérios mínimos de movimentação financeira.
O ponto que chamou atenção em 2026 foi justamente o aumento da exigência de consumo para manter a gratuidade. Em discussões recentes em comunidades financeiras e fóruns especializados, diversos clientes relataram que, anteriormente, algumas ofertas trabalhavam com gastos menores para isenção.
Agora, com a exigência oficial de R$ 8 mil ou R$ 50 mil investidos, parte dos usuários passou a reavaliar se faz sentido continuar com o produto. Relatos publicados em fóruns como Reddit mostram consumidores tentando entender se a cobrança ocorre mês a mês e se é possível cancelar o serviço sem burocracia.
Para quem não está familiarizado com o termo “investido”, vale explicar. Quando o Nubank cita R$ 50 mil guardados ou investidos, ele se refere ao dinheiro aplicado dentro da própria plataforma financeira. Isso pode incluir aplicações em produtos oferecidos pelo banco, como CDBs ou outros investimentos elegíveis. CDB significa Certificado de Depósito Bancário, um tipo de investimento de renda fixa bastante comum no mercado brasileiro. Em resumo, o cliente empresta dinheiro ao banco e recebe rendimento em troca.
Muitos consumidores também perguntam se basta atingir o valor apenas uma vez para nunca mais pagar. A resposta é não. As regras funcionam de forma recorrente. Isso significa que o banco pode avaliar periodicamente se o cliente continua cumprindo os critérios. Se em algum mês os gastos ficarem abaixo de R$ 8 mil e o volume investido também cair abaixo dos R$ 50 mil, a cobrança de R$ 89 pode voltar a aparecer.
Nos últimos meses, alguns usuários relataram ter recebido ofertas promocionais com 12 meses de isenção, especialmente para testar o produto. Depois desse período promocional, no entanto, as regras normais entram em vigor e a mensalidade passa a depender do cumprimento das exigências do programa. A própria comunidade financeira vem acompanhando essas mudanças de perto, principalmente porque produtos premium costumam sofrer ajustes frequentes conforme a estratégia comercial das instituições.
O contrato atualizado do Ultravioleta, com vigência iniciada no fim de 2025, também reforça que o produto funciona como um conjunto de serviços complementares contratado mediante pagamento de valor informado no aplicativo. O documento ainda destaca que o valor da mensalidade aparece no momento da contratação e que a cobrança ocorre diretamente na fatura do cartão de crédito vinculado ao cliente.
Para quem recebeu o convite do Nubank em 2026, a regra se tornou objetiva: o cartão pode sair sem custo, mas apenas para quem movimenta valores altos mensalmente ou mantém uma reserva financeira robusta dentro da instituição. Para todos os demais clientes, a conta pode chegar a R$ 89 por mês.
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