Na última semana, o jornalista Flávio Record falou da existência de um aparelho, há algum tempo vendido no mercado eletrônico, que libera o acesso aos pacotes especiais da televisão por assinatura. Não se trata de nenhuma novidade. Já de uns seis ou sete anos, as operadoras, sem ainda levantar o tamanho do prejuízo, travam uma forte briga contra essa marginalidade.

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Bem dentro do espírito das coisas que não prestam, há até um linguajar bem próprio, criado para se referir a certas particularidades. Por exemplo, “florir” – significa liberar canal, “adubo” – é o código de desbloqueio, “jardim” – todos os canais, e assim por diante.

Hoje são 15 milhões os assinantes da TV paga aqui no Brasil. Até bem pouco tempo, calculava-se que em cima disso, a pirataria estava em torno de 10%, utilizando-se desses famigerados decodificadores que roubam o sinal diretamente do satélite.

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Segundo estimativas mais recentes, depois da instalação das UPPs, no Rio, e da colaboração de empresas de fora que possuem esse sistema de acesso, verificou-se uma queda importante. Este número deve ter caído para algo próximo de 5%. É uma boa notícia, pelo menos para o momento, embora sempre existam esforços por parte da criminalidade em tentar reverter a situação.

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As informações são do jornalista Flávio Ricco

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