Falência, portas fechadas e facão à solta: O adeus de 3 montadoras, rivais da Volkswagen no Brasil, após anos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
3 montadoras famosas que fecharam as portas no Brasil (Foto: Reprodução/ Internet)
O fim de 3 montadoras, rivais da Volkswagen no Brasil
Abrir um negócio não é fácil. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de um grande empreendimento. Nessa matéria, falaremos a respeito de 3 montadoras rivais da Volkswagen que fecharam as portas por diferentes motivos, inclusive, falência.
Para quem não sabe, estamos falando de montadoras de caminhão. Loo de cara, falaremos sobre a Matra. De acordo com informações do portal Brasil do Trecho, a primeira montadora da lista era uma fabricante de chassis e ônibus localizada em Santa Catarina.
A marca operou no território brasileiro de 1987 a 1991, tendo seu primeiro modelo, o M-22. Contudo, a empresa não engrenou, tanto que seu declínio foi causado justamente pela incapacidade de alcançar um volume de vendas satisfatório após cinco anos no mercado.
Outra montadora que foi embora do Brasil foi a Chevrolet Caminhões. A marca desembarcou em nosso país em 1925 e chegou a produzir modelos nacionais. Mas, a empresa não conseguiu acompanhar as inovações do mercado, encerrando suas atividades aqui em 1996.
Os primeiros caminhões da GMC chegaram ao Brasil em 1996, importando vários de seus veículos consolidados nos EUA. Em 1997, a marca inaugurou sua fábrica em nosso país. Apesar dos esforços e investimentos, a marca encerrou suas operações no aqui em 2001.
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.
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