Falência, portas fechadas e facão à solta: O adeus de 3 montadoras, rivais da Volkswagen no Brasil, após anos

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

28/04/2024 às 18:45 · Tempo de leitura: 4 minutos

3 montadoras famosas que fecharam as portas no Brasil (Foto: Reprodução/ Internet)

O fim de 3 montadoras, rivais da Volkswagen no Brasil

Abrir um negócio não é fácil. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de um grande empreendimento. Nessa matéria, falaremos a respeito de 3 montadoras rivais da Volkswagen que fecharam as portas por diferentes motivos, inclusive, falência.

Para quem não sabe, estamos falando de montadoras de caminhão. Loo de cara, falaremos sobre a Matra. De acordo com informações do portal Brasil do Trecho, a primeira montadora da lista era uma fabricante de chassis e ônibus localizada em Santa Catarina.

A marca operou no território brasileiro de 1987 a 1991, tendo seu primeiro modelo, o M-22. Contudo, a empresa não engrenou, tanto que seu declínio foi causado justamente pela incapacidade de alcançar um volume de vendas satisfatório após cinco anos no mercado.

Entre o fim dos anos 80 e início dos 90, a Matra teve foco total em carretas no Brasil (Foto: Planeta Caminhão)

Outra montadora que foi embora do Brasil foi a Chevrolet Caminhões. A marca desembarcou em nosso país em 1925 e chegou a produzir modelos nacionais. Mas, a empresa não conseguiu acompanhar as inovações do mercado, encerrando suas atividades aqui em 1996.

Caminhões da Chevrolet chegaram ao Brasil em 1925 (Foto: Divulgação)

Os primeiros caminhões da GMC chegaram ao Brasil em 1996, importando vários de seus veículos consolidados nos EUA. Em 1997, a marca inaugurou sua fábrica em nosso país. Apesar dos esforços e investimentos, a marca encerrou suas operações no aqui em 2001.

Caminhão da GMC (Foto: Reprodução/ Internet)

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.

No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.

A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.

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