Descanse em paz: O adeus de moto amada e queridinha de rival da Honda após anos sendo muito vendida no Brasil

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

08/10/2023 às 19:10 · Tempo de leitura: 4 minutos

Loja da Honda - Foto: Internet

O adeus de moto amada

Não precisa ser um grande especialista no assunto para chegar a conclusão que as motos se tornaram um dos transportes mais queridinhos do mundo inteiro. No Brasil, por exemplo, algumas montadoras se tornaram populares, nisso podemos citar a Yamaha e até mesmo a Honda.

Dessa vez, no entanto, falaremos a respeito do fim de uma rival da Honda após anos sendo muito vendida no Brasil. A moto extinta que estamos falando é um modelo da Yamaha, a RD 350 LC. De acordo com informações do G1, ela foi mostrada no Salão em São Paulo em 1984.

Contudo, o modelo rival da Honda só chegou às concessionárias em 1986. O modelo era uma evolução da lendária RD 350 “viúva negra”, a versão original refrigerada a ar que frequentou com sucesso o mercado nacional dos anos 1970. A RD 350 LC era uma esportiva ao pé da letra.

RD é sigla para “Race Developed”, que significa desenvolvida para competições, e “LC” alude ao sistema de refrigeração líquida (Liquid Cooled, em inglês). A RD 350 LC foi uma lenda, que com apenas 350 cc conseguiu bater as motos de 500 ou 750 cc dotadas de motores 4 tempos. A moto foi produzida até 1993.

A Yamaha RD 350 LC foi uma grande rival da Honda (Foto: Reprodução/ Internet)

Qual motor dura mais Honda ou Yamaha?

Uma das características distintivas dos motores Yamaha é o uso de revestimento cerâmico na camisa do pistão. Essa escolha de material tem sido reconhecida por contribuir para motores mais potentes e duráveis. A principal razão por trás disso está na capacidade do revestimento cerâmico de diminuir o coeficiente de dilatação térmica.

O coeficiente de dilatação térmica é uma medida que descreve o quanto um material se expande ou contrai em resposta a mudanças de temperatura. Em motores de combustão interna, como os usados em motocicletas, as temperaturas podem variar significativamente devido ao calor gerado durante o funcionamento.

Ao utilizar revestimento cerâmico na camisa do pistão, a Yamaha consegue controlar de forma mais eficaz a expansão térmica dessa parte crítica do motor. Isso resulta em uma série de benefícios, incluindo:

  1. Maior Eficiência Térmica: Com a redução da expansão térmica, a eficiência térmica do motor é melhorada. Isso significa que mais energia é convertida em potência útil, tornando o motor mais potente.
  2. Maior Durabilidade: O revestimento cerâmico ajuda a proteger a camisa do pistão do desgaste causado pelo atrito e pelo calor. Isso contribui para uma vida útil mais longa do motor.
  3. Menos Desgaste: A redução do desgaste significa que as peças móveis do motor, como pistões e anéis, mantêm sua integridade por mais tempo, reduzindo a necessidade de substituição frequente.
  4. Menos Folga nos Componentes Internos: O controle da expansão térmica também ajuda a manter as folgas entre as peças internas do motor dentro de limites ideais, o que é crucial para o desempenho e a durabilidade.

Por outro lado, na Honda, a utilização desse tipo de revestimento cerâmico pode não ser uma característica padrão em todos os modelos de motores.

Fonte: G1 e Uol.

Honda e Yamaha – Montagem TVFOCO

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