O presidente do São Paulo define de vez o futuro do Tricolor sobre se tornar SAF

Nos últimos anos, o modelo da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) vem ganhando força entre os clubes brasileiro. Equipes como Botafogo, Vasco e Bahia, são um dos exemplos de times que aderiram o projeto. Agora, uma notícia surgiu sobre o São Paulo também adotar o método inovador.

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Acontece que a tecnologia vem avançando e com ela, ideia também surgem como meio de inovação e oportunidade para o crescimento dos negócios, foi por isso que transformar o clube em empresa tem dio uma prática muito comum no futebol brasileiro.

Entretanto, a ideia do São Paulo adquiri esse formato de gestão não é o objetivo de Julio Casares, presidente do time. O mandatário do Tricolor, em entrevista ao ‘Roda Viva’, elogiou o sistema, mas alegou que o desejo da diretoria são paulina é em pensar em outro formato, mas que não pretende tornar o time uma SAF.

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Casares acaba com novela e confirma qual é o próxima estrela fechando com o São Paulo - (Foto: Reprodução / Internet)
Julio Casares, presidente do São Paulo – (Foto: Reprodução / Internet)

“A SAF é uma legislação nova. Eu não demonizo nem a SAF e nem o sistema associativo. Se eu fosse vender o São Paulo em 2021, eu teria que entregar o São Paulo por uma dívida. Como alguns fizeram, e tudo bem, cada um cuida da sua vida”, disse Casares.

“Hoje temos um clube que é SAF liderando o campeonato e outros na zona de rebaixamento. Acredito que o São Paulo vai discutir isso, mas com os pilares de reconstrução recuperados. O São Paulo vai pensar num outro sistema, sem ser SAF, de capitalização de futebol. É o nosso objetivo”, finalizou o presidente.

Todavia, em caso de venda do São Paulo, o clube estaria estimado no valor de 2,2 bilhão de reais, de acordo com informações do portal Forbes Brasil.

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Bandeira do São Paulo - (Foto: Reprodução / Internet)
Bandeira do São Paulo – (Foto: Reprodução / Internet)

O que é uma SAF?

A Sociedade Anônima de Futebol, mais conhecida como SAF, foi criada a partir da Lei 14.193/2021, onde permite que os clubes de futebol brasileiro sejam transformado em empresas. Alguns times já aderiram o programa, como: Cruzeiro, Bahia, Vasco, Botafogo, América Mineiro, Cuiabá e Coritiba.

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