O anúncio de terror de falência de gigante do RJ, confirmado por Tralli, na Globo

César Tralli, âncora do Jornal Hoje, da Globo, confirmou na atração um verdadeiro terror de uma empresa gigante do Rio de Janeiro.

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Sendo inclusive, considerada tão grande quanto a Oi, o assunto deu muito o que falar e vocês irão conferir todos os detalhes neste domingo (23).

Na ocasião, César Tralli disparou: “A Light SA, que fornece energia elétrica para 31 cidades do Rio de Janeiro, entrou com um pedido de recuperação judicial na terceira vara empresarial do Rio. A empresa controladora do Grupo Light informou que tem dividas estimadas em quase 11 bilhões de reais”, disse.

E então seguiu dando detalhes sobre o assunto: “O pedido foi feito em caráter de urgência porque, segundo a companhia, os desafios financeiros vêm se agravando Em nota, a Light disse que um dos maiores problemas tem sido a distribuição de energia e que vem registrando perdas com os chamados gatos, que são aquelas ligações clandestinas. A empresa garantiu que os serviços prestados à população não serão impactados”, falou César Tralli.

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De acordo com informações do portal Info Money, a empresa é a terceira maior recuperação judicial do Brasil.

Em suma, foi no ano de 2023 que a holding da Light entrou com pedido de recuperação judicial na 3ª Vara Empresarial do Rio. A empresa tem dívida de aproximadamente R$ 11 bilhões e vem enfrentando dificuldades há meses, com gatos e queda no consumo de energia. A situação se agravou com a alta dos juros, que encareceu o crédito.

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O que aconteceu com a holding da Light?

O pedido de proteção à Justiça foi apresentado pela Light S.A. Esta holding controla a Light Serviços de Eletricidade S.A. (Light Sesa), que é a distribuidora de energia do grupo; a Light Energia, de geração; a LightCom, a comercializadora de enegia; a Light Conecta, de serviços, além do Instituto Light.

O principal problema da Light está concentrado na distribuidora de energia do grupo, a Light Sesa. A subsidiária vem registrando perdas principalmente em decorrência do furto de energia em áreas de alto risco na região de operação da companhia no Rio de Janeiro.