O comunicado do Banco Central sobre falência de um dos maiores bancos e avaliação de riscos financeiros

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

17/04/2024 às 09:20 · Tempo de leitura: 3 minutos

Imagem de falência / Banco Central - Montagem TVFOCO

O comunicado do Banco Central sobre a falência de banco

O Banco Central, a entidade independente ou ligada ao Estado cuja função é gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país, fez um comunicado sobre a falência de um dos maiores bancos.

Assim, com direito a avaliação de riscos financeiros, o comunicado foi feito em março de 2023, e nesta quarta-feira (17), você relembra todos os detalhes sobre o que foi informado. Na ocasião, a autoridade monetária assumiu que as novas movimentações geram várias preocupações.

Acontece que, para alívio de muitos empresários e pessoas ligadas à economia, o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) avaliou que a falência de dois bancos estadunidenses e a fusão dos dois maiores bancos suíços têm efeito limitado em países que são emergentes, como o Brasil.

“O Comitê seguirá acompanhando de forma atenta essa situação, analisando os possíveis canais de contágio, mas avalia que o impacto direto sobre os sistemas financeiros doméstico e de outros países emergentes é, até o momento, limitado, sem mudanças na estabilidade ou na eficiência desses sistemas financeiros”, afirmou o BC.

O que aconteceu com o Silicon Valley Bank?

Para quem ainda não sabe, o banco SVB (Silicon Valley Bank) registrou a maior falência desde a crise de 2008 nos Estados Unidos, de acordo com o R7. O Departamento de Serviços Financeiros de Nova York tomou posse do Signature Bank para evitar que os clientes passem por muitos prejuízos.

Assim, na época, o Credit Suisse garantiu uma ajuda emergencial em meio à luta contra a inflação, que acabou resultando na elevação das taxas de juros que limitam concessão de crédito para conter o avanço dos preços. Isso fez com que UBS comprasse a maior concorrente por R$ 17 bilhões.

Aqui no Brasil, também na época, o ministro Fernando Haddad declarou que o Banco Central deveria ajudar o Governo a promover crescimento sustentado da economia com inflação baixa.

“Eu sempre insisto nessa tese, pois dá a impressão que um é expectador do outro, e não é assim que a política econômica tem que funcionar. São dois lados ativos, concorrendo para o mesmo proposito, o mesmo objetivo, que é garantir crescimento com baixa inflação”, declarou o Ministro, por fim.

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