Empresa teve antigo apresentador da Globo como garoto-propaganda, mas dívidas e escândalos envolvendo o dono decretaram seu fim

Uma grande varejista brasileira dominou o mercado nacional antes do início dos anos 2000. Foi quase um século inteiro em atividades, até que a Mappin fosse à falência.

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Fundada em 1913, a rede de lojas explodiu em vendas, mas, assim como seu crescimento, a queda foi meteórica. Segundo o Uol, as dívidas superavam a casa de R$ 1,2 bilhão.

O dono, Ricardo Mansur, também chegou a ser condenado e preso por gestão fraudulenta. Mas, no auge, a marca conseguiu tirar um apresentador da Globo e fazê-lo trabalhar ao lado deles.

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Varejista Mappin

A Varejista fechou suas lojas físicas com dívidas de R$ 1,2 bilhão e mais de 300 pedidos de falência (Foto: Divulgação / Mappin)

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Em uma recente entrevista ao Programa de Todos os Programas, do R7, César Filho revelou o motivo pelo qual pediu demissão da emissora. Em 1989, ele havia sido chamado para ser garoto-propaganda.

Para isso, ele teve que escolher entre assumir um dos noticiários da casa ou assinar com a empresa. “Fizeram testes com vários apresentadores. Eu tive a proposta para fazer os comerciais do Mappin”, revelou.

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“Na época, para fazer o TV Mulher e o Fantástico eu ganhava 7 milhões de cruzeiros. A oferta inicial do Mappin era um contrato de 5 anos que eu começava ganhando 32 milhões de cruzeiros. Eu não tinha o que fazer e fui falar com o Boni”, relembrou.

Ainda na conversa, César Filho garantiu que nunca repensou a decisão. “Eu não me arrependo de ter feito isso, eu acho que fui muito feliz com essas escolhas e com a liberdade que eu tive depois de não ficar tão preso a um veículo só”, acrescentou o jornalista.

César Filho, Mappin, Varejista

César Filho deixou a Globo para ser garoto-propaganda da varejista Mappin, nos anos 80 (Foto: Reprodução / Facebook)

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O que aconteceu com a varejista Mappin?

Em julho de 1999, a marca encerrou oficialmente suas atividades, devido às dívidas que superavam R$ 1,2 bilhão, com mais de 300 pedidos de falência. Em 2019, eles retomaram as vendas com e-commerce.