Rival da Garoto vive o pior e não consegue nem pagar ex-funcionários

Uma grande rival da Garoto, conhecida em todo o mercado nacional, por seus chocolates lendários, declarou falência em fevereiro desse ano. E agora, os ex-funcionários amargam até calote dessa gigante.

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Trata-se da empresa Pan, que conforme o G1, em 27 de fevereiro, a justiça declarou a falência da gigante. Famosa pelos, cigarrinhos e moedas de chocolate, ela não resistiu a enorme crise financeira. Bom, meses depois da decisão judicial, a situação da empresa segue sendo preocupante.

Garoto é uma das principais marcas de chocolate (Reprodução: Internet)

Garoto é uma das principais marcas de chocolate (Reprodução: Internet)

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Conforme informações do O Tempo, funcionários ainda não receberam o que tem direito. E a empresa definha no esquecimento, já que sua um dia alegre fábrica, hoje sofre com as marcas do tempo.

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“Era um lugar bom de trabalhar. Sei que muitos funcionários gostavam de estar ali. Os produtos tinham muita saída. Como foi acontecer algo assim? Fico triste de ver tudo aquilo abandonado”, disse Ariel de Carvalho Rodrigues, de 72 anos. O ex-funcionário ainda destacou que foi demitido em 2019 e até hoje não recebeu o que lhe é direito.

O advogado Roberval Pedrosa, diretor jurídico do Sindicato da Alimentação de São Paulo, comentou sobre situação dos empregados: “Habilitamos um número significativo de ex-colaboradores como credores. Temos cerca de 60 pessoas para receber R$ 2 milhões no total“.

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A fábrica teve sua falência decretada em fevereiro de 2023 (Reprodução: Internet)

A fábrica teve sua falência decretada em fevereiro de 2023 (Reprodução: Internet)

QUAL É O TAMANHO DA DÍVIDA DA EMPRESA?

Conforme reportagens do O Tempo, o passivo é de R$ 260 milhões e deste total, R$ 12,3 milhões são de dívidas trabalhistas. O número deve crescer porque há processos em que os créditos ainda não foram habilitados.

“Há muito tempo que eles já não recolhiam INSS ou FGTS. Atrasavam salários, não pagavam acordos feitos na Justiça do Trabalho. Era um caos. Tentamos diálogo, fizemos reuniões, mas a diretoria apenas respondia que não havia o que fazer. A receita era menor do que o valor a pagar”, disse ele.

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