Intervenção do Banco Central e venda a rival: O fim decadente de banco popular no Brasil após escândalo
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Banco Central Banco - Montagem TVFOCO
Tudo sobre o fim decadente de banco popular no Brasil após escândalo
Nesta sexta-feira (6), iremos recordar o fim decadente de um banco tradicional do Brasil, após mais de 100 anos no mercado. Na época, o Banco Central precisou intervir na instituição devido a problemas financeiros.
Estamos falando sobre o Banco Econômico. Fundado em 1834 e com sede em Salvador, a empresa tornou-se a maior instituição privada do país. Contudo, acabou tendo o seu fim confirmado.
De acordo com informações do portal da Wikipédia, ao longo dos anos, o banco cresceu no mercado brasileiro devido aos seus serviços. O lema da instituição era “Economia, Perseverança e Socorro nas Dificuldades”.
Em 1910, o Banco Econômico acabou sendo vendido para o banqueiro Francisco Marques de Góis Calmon. Já em 1968, incorporou o Banco Meridional, antes Banco Sinimbu, com agências em Porto Alegre e Santa Cruz do Sul.
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Em síntese, ainda no ano de 1994, a instituição financeira passou a lidar com problemas financeiros e acabou resultando em um verdadeiro escândalo. O Plano Real contribuiu para agravar a situação econômico-financeira do banco.
De acordo com informações do Valor Econômico, o Banco Econômico sofreu intervenção do Banco Central em agosto de 1995 e teve a liquidação extrajudicial decretada em 1996. Na época, a instituição enfrentava problemas como excessiva concentração de operações de crédito, dificuldades de liquidez, reconhecimento indevido de receitas e insuficiência patrimonial.
Além disso, parte do banco acabou sendo incorporada pelo Banco Excel, que passou a se chamar Banco Excel-Econômico. Posteriormente, em agosto de 1998, o conjunto acabou incorporado pelo Banco Bilbao Vizcaya Argentaria e, em 2003, ao Bradesco. Seu ex-controlador, Ângelo Calmon de Sá, foi processado por gestão fraudulenta.
Em outubro de 2022, o BTG Pactual concluiu a aquisição do Banco Econômico e passou a chamar Banco BESA S.A, segundo o Valor Econômico. Já em março de 2022, o BTG Pactual se comprometeu a adquirir o controle da instituição por um valor não revelado.
Na ocasião, o BTG disse que a compra do Econômico faz parte da estratégia de investimentos da sua área de “special situations”.
O que acontece quando um banco declara falência?
Criado em 1995, por meio de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada e sem fins lucrativos.
O limite do FGC é de R$ 250 mil por CPF e instituição. Esse limite é para a soma total dos recursos depositados em um mesmo banco.
Se seu banco falir, depósitos até R$ 250.000 são garantidos pelo FGC no Brasil. Para valores acima desse limite, você se torna um credor do banco e pode recuperar parte do dinheiro durante o processo de liquidação.
Conclusão
- Fundado em 1834 e com sede em Salvador, o Banco Econômico tornou-se a maior instituição privada do país;
- O Banco Econômico sofreu intervenção do Banco Central em agosto de 1995 e teve a liquidação extrajudicial decretada em 1996;
- O que acontece quando um banco declara falência.
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