"Misteriosa morte": O fim trágico de atriz confirmado pelo Domingo Espetacular e investigação de Cabrini

Atriz famosa caiu de prédio e morte foi investigada por Roberto Cabrini (Foto: Reprodução/ Internet)
Morte de atriz foi investigada por Roberto Cabrini
A dor de perder alguém que amamos é algo simplesmente inexplicável. Isso porque o sentimento de luto é difícil de superar e causa sensações terríveis no coração de quem a gente ama. Dessa vez, por exemplo, falaremos a respeito da morte trágica de uma atriz e a confirmação do Domingo Espetacular.
Para quem não sabe, estamos falando da morte de Sabine Boghici, suspeita de roubar da própria mãe obras de arte famosas, que valem milhões. A morte misteriosa da atriz acabou virando uma matéria no Domingo Espetacular. Na ocasião, Roberto Cabrini fez uma reportagem investigativa sobre o assunto.
A atriz caiu de um prédio. Sabine Boghici morreu ao cair do 5º andar de um prédio na Lagoa, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Aliás, existem várias linhas de investigação para a morte da famosa e foi justamente sobre isso que Roberto Cabrini enumerou.

Uma das hipóteses investigada é a de suicídio. Ela teria deixado uma carta para a esposa, Rosa Stanesco Nicolau. Ela herdeira de um dos maiores colecionadores de arte do país, o romeno Jean Boghici, e era casada com Rosa, acusada junto com a atriz dos crimes contra a viúva do marchand, Geneviève Boghici.

Sabine Boghici (Foto: Internet)
Como foi o golpe?
Sabine Boghici roubou 16 quadros — incluindo obras de Tarsila do Amaral e de Di Cavalcanti. Pelo menos dois deles foram parar na Argentina. Enganada pela filha e depois ameaçada, a mãe da atriz sofreu um prejuízo, estimado por ela própria, de R$ 725 milhões, entre pagamentos sob extorsão e quadros roubados.

Atriz Sabine Boghici, de 49 anos (Foto: Internet)
O prejuízo de R$ 725 milhões foi causado por:
- Roubo de 16 quadros: R$ 709 milhões;
- Roubo de joias: R$ 6 milhões;
- Pagamento pelos “trabalhos espirituais”: R$ 5 milhões;
- Transferências sob ameaça: R$ 4 milhões.