A situação interna do Corinthians não é das melhores e traz uma nova situação envovlendo a presidência do time; veja detalhes

O Corinthians ganhou mais um problema fora das quatro linhas. Em meio às disputas políticas que cercam o clube nos últimos meses, o presidente Osmar Stábile passou a enfrentar um terceiro pedido de impeachment, o que aumenta ainda mais a pressão sobre sua gestão.

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Segundo informações do portal UOL, o novo requerimento foi apresentado pelo associado Leandro Cano e tem origem em um processo criminal que investiga o vice-presidente do clube, Armando Mendonça. O documento usa como principal argumento uma manifestação do Ministério Público de São Paulo, que fez críticas à postura adotada por Stábile durante o andamento da investigação.

Tudo começou quando a defesa de Armando Mendonça anexou ao processo um documento institucional assinado pelo presidente do Corinthians. No texto, Stábile afirma que o clube não encontrou indícios de desvio de materiais e, por isso, não se considera vítima dos fatos investigados.

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Corinthians - Foto: Internet
Corinthians – Foto: Internet

Esse posicionamento, porém, não foi bem recebido pelo Ministério Público. Na manifestação incluída nos autos, o promotor responsável pelo caso afirmou que a posição do presidente não condiz com a de uma entidade que poderia ter sido prejudicada. Segundo o órgão, o documento ainda poderia fortalecer a estratégia de defesa do dirigente investigado.

O Ministério Público também apontou uma possível convergência de interesses entre a administração do Corinthians e Armando Mendonça. Além disso, citou um eventual descumprimento de deveres previstos no estatuto do clube e na legislação esportiva, argumentos que passaram a integrar o novo pedido de impeachment.

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A investigação conhecida como “Caso Nike” apura supostos crimes atribuídos ao vice-presidente, entre eles furto qualificado, tentativa de apropriação indébita e coação de testemunhas. Agora, além das apurações na esfera criminal, a forma como o Corinthians se posicionou durante o processo também entrou no centro das discussões políticas do clube.

Esse é o terceiro pedido de afastamento protocolado contra Osmar Stábile em pouco tempo, mas cada um deles trata de um assunto diferente.

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O primeiro já recebeu parecer favorável da Comissão de Ética para continuar tramitando. Os autores questionam o acordo firmado com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional para renegociar uma dívida estimada em R$ 1,2 bilhão. Segundo eles, o Parque São Jorge foi oferecido como garantia da operação sem que as regras previstas no estatuto fossem respeitadas.

Já o segundo pedido mira contratos assinados pela atual gestão. Entre os pontos levantados estão a contratação da Mega Assessoria Operacional, empresa investigada pelo Ministério Público por suposta prestação de serviços sem contrato formal, e da Bear Security Ltda., cuja contratação, segundo os conselheiros, ocorreu sem um processo de concorrência.

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Embora tenham motivações diferentes, os três pedidos aumentam a instabilidade política dentro do Corinthians. Enquanto tenta resolver questões financeiras e administrativas, a diretoria também precisa lidar com uma crise interna que segue ganhando novos capítulos e mantém o ambiente nos bastidores cada vez mais pressionado.

Quais são os próximos jogos do Corinthians?

Próximos jogos do Corinthians:

  • Remo (C) – a definir – Brasileirão
  • ⁠Bahia (F) – a definir – Brasileirão
  • ⁠Athletico-PR (C) – a definir – Brasileirão

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Osmar Stábile – (Reprodução: X)