O jornal da manhã, com César Filho, tem razão para ser sucesso
O jornal da manhã, comandado por César Filho, é o grande sucesso do SBT atualmente. Mais uma vez, a TV mostra que o conteúdo de um programa é importante, mas não mais do que o jeito que o programa é comandado.
No mesmo horário a Band exibe um jornal com até mais conteúdo que o SBT, mas sem o carisma de uma apresentação como a do excelente César Filho. Nos bastidores do SBT, César sempre é chamado carinhosamente de “tampão da programação”, pois sempre que um programa não vai bem o próprio Silvio, que tem uma amizade particular com César faz tempo, sempre manda colocá-lo para mudar um programa. Dessa vez o programa foi feito sob medida para César Filho, e ele fez por merecer cada minuto do programa.
Com seu jeito de ser, sua personalidade verdadeiramente amigável e sem falsidades, César é uma das raras figuras da TV de quem ninguém fala mal. É um exemplo de personalidade e de colega de trabalho, e isso é transmitido para a dona de casa que assiste ao programa de César. O sucesso de seu programa deve-se a ele apenas, sem desmerecer toda equipe que está por tras de seu projeto. Os jornalistas e técnicos que ali trabalham são competentes e fazem um bom trabalho assim como os jornalistas e técnicos da Band, que fazem o jornal dali também são bons e competentes, mas não há um César Filho no comando.
Podemos fazer a comparação com dois aviões iguais que estão na pista: os dois são à jato, com toda uma equipe de manutenção igual e na mesma pista, mas se apenas um deles tiver um comandante competente, somente um deles vai voar e o outro vai ficar passeando pela pista sem alçar voo.
O exemplo de amor fraterno
No jornal da manhã de César Filho no SBT, em uma reportagem a qual mostra um casal homossexual adotando 4 crianças de uma mesma família que estavam abandonadas, César Filho disse uma frase que pode ser o grande exemplo de atitude do casal gay contra os que têm preconceito por sua homossexualidade. A frase de César dizia que dois iguais não fazem filho, mas adotam o filho que dois diferentes jogaram fora.”.
Textos: James Akel

