Revelado: O real motivo pelo qual Virginia Fonseca está sendo investigada pela Polícia Federal

Virginia Fonseca entrou na mira da Polícia Federal. Inclusive, revelamos o motivo que levou as investigações em torno das empresas da famosa

08/06/2026 às 20:00 · Tempo de leitura: 3 minutos

Virginia Fonseca (Foto: Reprodução / Instagram)

Virginia Fonseca entrou na mira da Polícia Federal. Inclusive, revelamos o motivo que levou as investigações em torno das empresas da famosa

Virginia Fonseca voltou ao centro dos holofotes, mas por conta de uma polêmica. A influenciadora entrou na mira da Polícia Federal e o assunto acabou virando matéria no Domingo Espetacular, da Record. A revista eletrônica revelou o real motivo das investigações.

Segundo a matéria, foram encontradas movimentações financeiras da Talismã Digital consideradas suspeitas pela Polícia Federal. Conforme o Domingo espetacular, relatórios da corporação apontaram possíveis irregularidades fiscais, financeiras e indícios de lavagem de dinheiro.

Acontece que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) observou que a Talismã Digital recebeu R$ 22,4 milhões entre março e setembro de 2024, sendo R$ 21,4 milhões transferidos em 44 operações via Pix e R$ 1 milhão por TED (Transferência Eletrônica Disponível).

Virginia Fonseca na mira da Polícia Federal (Foto: Reprodução/Instagram)

Além disso, R$ 17,7 milhões foram enviados pela empresa Amp Pay Marketing, que opera no regime do Simples Nacional, cujo limite de faturamento anual é de R$ 4,8 milhões. Ou seja, quatro vezes menos do que a quantia enviada para a empresa de Virginia Fonseca.

Por meio de uma nota enviada à emissora, a defesa de Virginia Fonseca afirmou que não há qualquer irregularidade nas operações da influenciadora e ressaltou que movimentações consideradas atípicas não significam, por si só, a existência de irregularidades.

Suposta ligação com o PCC

A matéria da Record apontou ainda uma suposta ligação das empresas de Virginia Fonseca com o crime organizado. Sócios da influenciadora na WePink, Samara e Thiago Stabile eram donos da Pink Lash ao lado de Karen Mori, viúva de um dos chefes do PCC.

A Japa do PCC, como era conhecida, teria passado a administrar o patrimônio criminoso do marido depois que ele foi assassinado, em 2018. Segundo à revista Piauí, o capital inicial da Pink Lash veio do “dinheiro de uma liderança da maior facção criminosa do Brasil”.

Por meio de nota, os representantes legais negaram qualquer vínculo da Wepink com pessoas ou empresas associadas ao crime organizado, afirmando que a companhia possui estrutura própria, governança, auditoria independente e atuação totalmente regular.

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