O Outro Lado do Paraíso: Clara consegue fazer com que Gustavo não seja mais juiz
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Clara acaba com a vida de Gustavo (Foto: Montagem/ TV Foco)
Clara acaba com a vida de Gustavo em O Outro Lado do Paraíso (Foto: Montagem/ TV Foco)
Clara (Bianca Bin) acabará com a carreira de Gustavo (Luis Melo) em O Outro Lado do Paraíso. Antes, ele pedirá a Nádia para que vá com ele ao julgamento, para lhe dar suporte moral. “Suporte moral? O que mais desejo é que você seja considerado culpado e punido”, falará a mulher
Bruno (Caio Paduan) pedirá à mãe que seja mais compreensiva, pois a situação é complicada para o pai. “A sua mãe é uma ingrata, Bruno. Viveu como uma rainha às minhas custas a vida toda. Agora se recusa a me estender a mão”, afirmará Gustavo.
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“Eu vivi como rainha? E aquela mulher do bordel, de quem você era sócio? Vivia como imperatriz”, rebaterá a racista. Nesse instante, Odair (Felipe Titto) descerá as escadas da casa de Nádia, e Gustavo ficará chocado ao ver o assistente do salão de beleza ali. “Esse rapaz está aqui?”, falará. “Está. O Odair mora aqui agora, para me esquentar os pés à noite e outras cositas mais”, comentará a dona do salão.
Gustavo e Nádia trocarão xingamentos e, para tentar acalmar os pais, Bruno dirá que acompanhará o juiz até o julgamento. “Não posso entrar, mas dou apoio de fora”, declarará o delegado. No fórum, o procurador não poupará esforços para acabar com a carreira do colega.
“Excelência, senhores desembargadores… Estamos diante de um caso execrável, onde um membro do corpo judiciário desse país rompeu com as regras e condutas, submetendo sua posição em virtude de uma sociedade comercial. Um bordel, senhores, um bordel. Por essa razão, no contexto dos autos, peço a condenação do magistrado, doutor Gustavo Campos Nogueira”, pronunciará.
Caetana (Laura Cardoso) e Leandra (Mayana Neiva) darão depoimentos em que confirmarão a participação do juiz no bordel. “Era sócio, sim. Ficava com a metade do que o bordel faturava. Dizia que em troca dava proteção. A polícia nunca baixou lá porque ele não deixava”, dirá a mulher.
“Não tinha nome no papel porque não queria aparecer no negócio. Só ficava mesmo com o dinheiro. E comigo, que vinha de brinde”, explicará. Em seguida, os desembargadores votarão se absolvem ou condenam Gustavo. Dos cinco votos, apenas um deles votará a favor do juiz. “É um absurdo! Golpeado por meus próprios pares”, exprimirá ele.
“Fica reconhecida a prática da infração ética atribuída ao magistrado. Determino sumariamente a perda do cargo, assim como a dos vencimentos atuais. O juiz terá a aposentadoria compulsória e seu salário diminuído”, anunciará um dos magistrados.
“Veio contemplar minha desgraça, Clara?”, dirá o ex-juiz ao ver a vingativa. “Vim contemplar o resultado de seus próprios atos”, rebaterá ela. “Eu fui condenado pelo tribunal de desembargadores. Não volto mais ao cargo de juiz. Aposentadoria compulsória. Um salário baixíssimo. Conseguiu o que queria, Clara. Me destruiu”, proferirá ele.
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