Uma companhia aérea, das maiores do Brasil, precisou fechar as portas e deixou grande parte dos brasileiros tristes
Uma companhia aérea precisou encerrar as suas atividades no Brasil em meio a dívidas e decretação da falência da mesma.
Essa companhia aérea era bastante reconhecida e tinha muitos clientes fiéis que sempre optavam por buscar as passagens deles.
Segundo o site ‘Estado de Minas’, a Avianca do Brasil foi a última companhia aérea a fechar as portas no Brasil, o fato ocorreu em 2019.
Em 2018 a companhia aérea entrou em forte crise, parou de pagar os contratos de arrendamento de aeronaves e motores de suas frotas.
Arrendamento é basicamente um aluguel de aeronaves que são pagos a bancos e instituições para manutenção e preservação da aeronave, segundo o site da Câmara Federal, as companhia aéreas optam por esse meio ao invés de comprar aeronaves por reduções de custos.
Ainda segundo o Estado de Minas, a Avianca chegou a ter participação de 11% no mercado doméstico e acumulou R$ 2.7 bilhões de dívidas, tendo assim, sua falência decretada em julho de 2020.

Falência da companhia aérea Avianca no Brasil causou uma série de transtornos entre ex funcionários (Foto Reprodução/Wiki)

Clientes da companhia também foram prejudicados pela falência da Avianca (Foto Reprodução/Internet)

Avianca ainda opera em alguns voos no país apenas por meio da holding Colombiana (Foto Reprodução/Internet)
OUTRAS COMPANHIAS AÉREAS FALIRAM?
Sim, a Avianca não é a primeira companhia aérea a deixar de atuar no território nacional, outras grandes empresas também fecharam as suas portas.
Quem não se lembra da VASP (Viação Aérea São Paulo), fundada em 1933. Segundo o próprio Estado de Minas, a empresa passou por uma série de dificuldades até ser estatizada pelo Governo de São Paulo.
Privatizada novamente em 1990, a empresa passou a fazer uma série de viagens internacionais. Esse crescimento foi além da capacidade da empresa, o que culminou em uma forte crise financeira, atrasando salários e deixando a manutenção das aeronaves por fazer.
A situação se agravou e, em 2005, a companhia teve sua autorização de operação cassada e deixou de voar. Três anos depois, a falência foi decretada.
