
Shopping hoje vive fechado (Foto: Divulgação)
Um grande shopping gigantesco de São Paulo acabou tendo um desfecho cruel para a surpresa de todos os clientes que frequentavam o local diariamente. Acontece que após alguns problemas, esse empreendimento famoso, encontrou seu triste fim.
Vale lembrar, que shoppings costumam ser ótimos investimentos, uma vez que suas lojas sempre chamam a atenção de milhares de pessoas todos os dias. Seja para passear ou comer alguma coisa, é sempre uma boa opção para milhares de pessoas.

Shopping Capital enfrentou falência (Foto: Reprodução/YouTube)
Estamos falando do famoso Shopping Capital, que foi inaugurado em 2006, ficava na avenida Paes de Barros, no tradicional bairro da Mooca, zona leste da cidade. Sua área construída é de 59.433 metros quadrados, quase o dobro do limite permitido pela legislação municipal.
Conforme informações do jornal Extra, os donos do estabelecimento foram multados em R$ 39,7 mil por causa das irregularidades no passado. A construção do prédio ocorreu em desacordo com o limite da área permitida pela subprefeitura.
Em dezembro de 2007, o shopping foi lacrado pela primeira vez pelas autoridades. No ano seguinte, houve sanções mais graves contra o comércio, que fechou as portas.

Situação do Shopping Capital atualmente (Foto: Reprodução/Facebook)
Eduardo Odloak, subprefeito da Mooca na época, afirmou que a única alternativa do shopping reabrir seria com uma reforma. “Eles (donos do shopping) entraram com recursos, mas todos foram indeferidos. Agora, devem fazer a reforma e as adequações entrar novamente com o pedido de autorização”, declarou.
O responsável pelo bairro também explicou que não tinha interesse de prejudicar o comércio, mas precisava fiscalizar a situação. “Não temos interesse em fechar um shopping que é bom para a região, mas todos devem cumprir o que diz a legislação”, avaliou.
Atualmente, o Shopping Capital continua de pé no mesmo lugar, mas com suas instalações completamente abandonadas. As últimas notícias sobre sua estrutura dão conta de que o Movimento de Moradia ocupou todo o prédio e aconteceria um leilão para um novo dono assumir o local.
De acordo com o Estadão, o empreendimento era um dos citados entre os que podem ter sido beneficiados pelo ex-diretor do Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov), Hussain Aref Saab, suspeito de receber propinas.
Além dos problemas com as licenças, a Prefeitura afirmou que o estabelecimento também não possuía estacionamento ou terceirização do serviço. Por todos estes motivos, o comércio fechou e nunca mais abriu.
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