"Os convidados não queriam ir até a tevê, aí fomos pra rua", diz Carioca sobre início do "Pânico"

04/12/2015 às 15:55 · Tempo de leitura: 3 minutos

(Foto: Divulgação)

Carioca fala sobre o “Pânico” e a carreira (Foto: Divulgação)

Thammy, Ciça Camargo, Sheila Mello e Antônia Fontenelle sabatinam o humorista Carioca, do “Pânico na Band”, no “Elas Querem Saber”, no “Programa Raul Gil” deste sábado (05).

O comediante diverte Raul e as meninas imitando Lula, Boris Casoy, Silvio Santos, Jô Soares, Edir Macedo e outros. Carioca falou como é o ritmo de gravação do programa, o que pode e qual o limite das brincadeiras. Se derreteu pela esposa e afirmou que a família é o bem mais precioso.

“Eu não gosto de ficar com uma personagem pra vida inteira. Eu não me apego, senão não vem os novos”, disse Carioca, sobre ficar pouco tempo com os personagens.

O humorista revelou que na fase inicial do “Pânico”, os artistas não queriam ir ao programa, então eles foram atrás das celebridades. “No início do programa, os convidados não queriam ir até a tevê, aí fomos pra rua”, comentou, sobre como começou o formato do humorístico.

“Eu quero brincar com quem quer brincar comigo. O resto não me interessa”, confessa Carioca, que ainda diz: “O telespectador que dá o tom do programa”.

Confira outras frases de Carioca durante o “Eles Querem Saber”:

“Eu nunca fui convidado para trabalhar da Record” (sobre se já foi convidado a trabalhar na Record)

“Eu gosto de gente. Bater papo, trocar ideia”

“Eu gosto da minha família, ela que defendo e ela que vou preservar”

“Paola sempre foi interessante. Demorou dois anos pra gente começar a namorar. A mulher chegou do nada e fez uma transformação. Ela que segura minha barra” (sobre a esposa Paola)

“Na escola eu era nerd” (sobre a época de escola)

“Injustiça e muito trabalho me deixam triste” (sobre o que o deixa triste)

“Comecei como estagiário na rádio. A imitação de Silvio Luiz foi a credencial para eu vir para o Pânico em SP”

“O Galvão Bueno é muito difícil de imitar” (sobre alguma imitação difícil de fazer)

“O brasileiro tem mania de ver a vida só da porta pra dentro e se esquece da porta pra fora. O Brasil precisa de uma melhor na educação” (sobre o Brasil atual)

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