Descubra os motivos que levaram o Padre Fábio de Melo a processar gigantes da aviação após enfrentar graves problemas em uma viagem internacional
O Padre Fábio de Melo iniciou uma ação judicial contra a Latam Airlines e a Delta Air Lines, exigindo reparação financeira por falhas na prestação de serviços. O religioso e seu amigo, Leandro Rodrigues, enfrentaram graves problemas estruturais durante uma viagem internacional para Nova Iorque.
A coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, revelou que o litígio começou formalmente no dia 20 de março, quando os advogados protocolaram a demanda nos tribunais brasileiros. Os passageiros compraram bilhetes aéreos diretos do Rio de Janeiro para Nova Iorque, programados inicialmente para 25 de dezembro.
A Latam comercializou as passagens originais, mas a Delta Air Lines assumiria a operação integral do trajeto. As companhias utilizam esse sistema de parceria frequentemente, porque a prática de “codeshare” facilita a logística da aviação civil.
Transtornos durante a viagem
Os problemas graves começaram mediante um cancelamento abrupto do voo direto contratado pelas partes. Os passageiros já aguardavam sentados no interior da aeronave quando a tripulação anunciou a suspensão imediata da decolagem.
O comandante do avião justificou o cancelamento alegando que ele próprio excedeu seu limite máximo de horas de serviço. Contudo, as empresas aéreas não forneceram a assistência básica exigida pelas regulamentações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Padre Fábio de Melo e Leandro ficaram sem acesso a alimentação adequada e hospedagem durante o período de espera. Além disso, as empresas realocaram os clientes em uma rota alternativa que exigia conexões cansativas.
Para agravar o cenário logístico, as companhias rebaixaram os passageiros para a classe econômica de forma totalmente compulsória. Os viajantes pagaram por assentos na classe executiva e notaram lugares disponíveis nesse setor específico no novo avião.
Indenização solicitada por Padre Fábio de Melo na Justiça
Os contratempos operacionais atrasaram a chegada da dupla a Nova Iorque em exatas 24 horas. Portanto, os clientes perderam o primeiro dia de descanso e lazer programado para a temporada de fim de ano.
Diante de todos os danos acumulados, os autores do processo exigem uma compensação financeira robusta perante os juízes. Eles pedem aproximadamente R$ 53,5 mil como reparação direta pelos danos materiais e morais sofridos na viagem.

Polêmica com cachês elevados
Enquanto enfrenta a batalha judicial, o sacerdote também lida com uma crise de imagem iniciada no mês de março. A revista Piauí publicou uma investigação detalhada sobre os bastidores financeiros dos eventos conduzidos pelo famoso.
A publicação apurou que o padre exige cerca de R$ 300 mil para celebrar cerimônias matrimoniais luxuosas. Ele oficializou a união da influenciadora Esther Marques com Adolpho Mello e também casou Sabrina Sato e Nicolas Prattes.
Embora o padre negue a cobrança milionária para casamentos, ele sempre encerra as celebrações cantando grandes sucessos da música. A revista destacou a interpretação da canção “Como é Grande o Meu Amor Por Você”, de Roberto Carlos.
Coincidentemente, prefeituras de todo o país pagam exatamente o mesmo valor de R$ 300 mil por shows do artista. O religioso faturou essas quantias expressivas em cidades como Capanema, no Pará, e Quijingue e Nordestina, ambas na Bahia.
Durante as festividades recentes, ele cantou em Nova Cruz, no Rio Grande do Norte, por R$ 280 mil. Logo depois, ele cobrou R$ 290 mil em Tauá, no Ceará, e repetiu os R$ 300 mil no Carnaval de Sobral.
Indireta do Padre Fábio de Melo nas redes sociais
O padre Fábio de Melo evitou pronunciamentos oficiais ou entrevistas exclusivas após a divulgação da reportagem polêmica. Entretanto, ele utilizou seus perfis na internet para publicar textos reflexivos que o público interpretou como respostas indiretas.
Ele publicou que a “felicidade ofende” até as pessoas que se dizem amigas próximas, sugerindo muita cautela. O sacerdote aconselhou os seguidores a adotarem a discrição absoluta, porque a exposição excessiva atrai a negatividade alheia.
O artista finalizou seu pensamento argumentando que a sociedade contemporânea vive sob tempos de intenso exibicionismo virtual. Ele concluiu a publicação destacando a seguinte mensagem para os fiéis: “viver em silêncio é a regra”.
