Padre Reginaldo Manzotti revela ritual e requisitos surreais para realizar exorcismo e até conversa com Diabo
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Padre conta os critérios para se tornar um exorcista
O padre Reginaldo Manzotti deixou os ouvintes do podcast "Inteligência LTDA" de cabelo em pé ao falar sobre exorcismo. Durante o bate-papo, o padre revelou os rituais, quais são os requisitos para a prática do exorcismo e até "conversa" com o Diabo. Assustador!
O sacerdote começa explicando que existem várias formas de possessão e que já presenciou algumas. "Eu mesmo já presencial exorcismo, mas é um caso excepcional de possessão, onde o inimigo entra na pessoa e toma as faculdades mentais a liberdade. Ele desfigura a pessoa. Já vi isso", iniciou o padre.
A prática, segundo Manzotti, requer alguns critérios que devem ser respeitados e apenas padres nomeados podem realizar. "Um padre não escolhe se ele pode ser exorcista, ele precisa ter nomeação do Bispo para ser exorcista [...] A pessoa estuda os ritos, as fórmulas, só que é mais do que isso: é uma vocação", conta.
"Você faz uma preparação e começa a desenvolver com outro padre que já foi exorcista. Aí o Bispo te nomeia, então ele (padre) é nomeado para ser exorcista. Ele tem que estar muito em dia com a confissão porque quando vai fazer o exorcismo o Diabo mostra e fala: " você não confessou. Eu sei dos teus pecados", explica Reginaldo Manzotti.
Após as explicações, o padre ainda recomenda um filme para quem ficou curioso sobre como são as possessões e o trabalho dos sacerdotes, nestes casos. "O filme que eu recomendo que representa um pouco da realidade é "O Ritual", finaliza.
TABUS DA IGREJA
Ainda durante a entrevista, Reginaldo Manzotti comentou sobre alguns tabus da igreja e explicou o que faz uma pessoa não dar certo como padre: “Se um cara de antemão fala ‘Eu não aceito viver o celibato’ não adianta. Apesar que eu acho que celibato é um valor, mas é inevitável, no futuro, ter padres casados”.