Raphael Veiga dando adeus ao Palmeiras por R$62M tem atualização; Veja mais
Raphael Veiga pode estar com os dias contados no Palmeiras. Abel Ferreira já está ciente da posição da diretoria do Alviverde, referente ao adeus ou não do camisa 23 ainda nesta janela de transferências.
De acordo com informações do portal Espírito de Porco, o Palmeiras aceita negociar Raphael Veiga, mas desde que uma quantia de R$62 milhões seja paga.
O meia segue na mira do Grêmio e, recentemente, também foi sondado pelo América do México. Apesar do interesse, a Veiga não demonstra vontade de atuar por outro clube do futebol brasileiro neste momento, o que dificulta tratativas com rivais nacionais.
Após estar em campo na partida contra o São Paulo, no qual o Alviverde venceu por 3 a 1, Raphael Veiga saiu de campo ovacionado pela torcida.
Abel Ferreira, também, elogiou o camisa 23 e disse contar com ele para a sequência da temporada. Mas admitiu que não sabe qual será o futuro de seu comandado.
“Não tenho muita informação, está mais sob a alçada da presidente, (Anderson) Barros e Veiga. Mas claro que conto com Veiga, não há como dizer que não, um jogador desta dimensão, ídolo do clube”, resumiu o treinador.
O camisa 23 tem contrato com o Palmeiras até o fim de 2027. Na última temporada, o ídolo do Verdão disputou 53 partidas, somando 2.523 minutos em campo, com sete gols marcados e 12 assistências distribuídas.
Afinal, o que disse Abel Ferreira sobre vitória no clássico?
Após vencer o São Paulo por 3 a 1, na Arena Barueri, Abel Ferreira disse:
“Olha, cair, aprender. Eu achei que contra o Santos e Mirassol a equipe tinha ido bem. Hoje, a equipe esteve mais aproximada com o que pode ser a equipe do futuro. Esta competição era importante para ver toda a gente, ver os meninos da base. Luis, Larson, Arthur… Ao meio do ano vamos precisar deles. Dar os parabéns. Sei que a derrota é dura, no sub-20 estão chateados. Eles trabalham para isso. É para preparar os jogadores para eu utilizar no profissional”, disse.
“Treinar bem e competir não é uma escolha, é uma obrigação. E às vezes precisamos levar umas chapadas para entendermos isso. Não podemos fugir das nossas responsabilidades. Jogar a bola para o mato porque é jogo de campeonato, não tocar a bola quando estamos na frente do gol, isso é competir. Fizemos isso hoje. A melhor resposta não é com gesto, e sim com ações dentro de campo. Fizemos isso com um dos nossos rivais. Nossa obrigação é competir sempre para ganhar”, completou.
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