Pânico avança o sinal

16/04/2013 às 12:32 · Tempo de leitura: 2 minutos

 

 A entrevista do Pânico feita na Bolívia com os pais do rapaz que faleceu no jogo do Corinthians foi uma aula sobre os perigos dos aglomerados humanos, do quanto um programa pode ser útil e a comprovação do valor da família. Vimos no olhar do Alfinete toda a dor em enfrentar tal tipo de reportagem, enxergamos o grande malefício quando um filho insiste com os pais para fazer algo reprovado por estes e também notamos o grande gesto da turma do programa. Ali houve amizade, a preocupação em evitar novos incidentes, o abraço do grupo em todos os jovens telespectadores demonstrando o desejo de fazer desta experiência, uma lição. Parabéns para a equipe, foi um grande trabalho.

Quanto ao programa, de uma forma geral  a turma conseguiu sair do humor repetitivo das últimas semanas. Vimos um Christian Pior mais criativo, o Ceará debochou na medida certa do “Esquenta” de Regina Casé e as Panicats brilharam. Um aparte para a exposição de Gerald Thomas, que esteve completamente dentro da filosofia do programa e, apesar da cena extravagante onde enfiou a mão entre as pernas da apresentadora, não citou a total falta de jeito de Nicole Bahls em sua primeira entrevista. Ela, tão bela quanto sem conhecimento, precisa ir além da desinibição em seus estudos, é necessário pesquisar sobre o entrevistado para não travar diante das câmeras.

O Pânico está se reencontrando?

 

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