Lo Prete paralisa o JG e confirma a atualização do novo salário mínimo

Lo Prete paralisou o JG para trazer novas atualizações sobre o novo salário mínimo e entusiasmou os brasileiros com a positiva notícia na Globo.

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Segundo informações da jornalista, quando a reportagem foi vinculada, em agosto, a entrega da proposta orçamentária tinha o objetivo de analisar as primeiras ideias com a nova regra fiscal.

Flávia Alvarenga, comentarista que estava conversando com Lo Prete para trazer novas informações comentou que será cumprido o objetivo de zerar o déficit, ou seja, o orçamento foi planejado dentro das novas regras do arcabouço fiscal.

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Ou seja, resumidamente o governo pretende apenas gastar o que conseguir arrecadar e nada mais que prejudique os orçamentos e no future precise congelar as contas.

E O QUE MUDA?

Para 2024, de acordo com informações do Jornal da Globo de Renata Lo Prete, o salário mínimo deve provavelmente ficar em R$ 1.421,00.

Para conseguir chegar ao déficit zero, o governo deve gerar receitas extras de R$ 168 bilhões. Na época, Simone Tebet, Ministra do Planejamento. se mostrou otimista com a proposta e com as ideias entregues ao congresso.

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“Nós estamos diante de um orçamento muito equilibrado, com todas as receitas contratadas, com todas as despesas muito bem delineadas, naquilo que a receita sempre faz que é ser muito conservadora com os números. Então, diante disso, estamos entregando ao país um orçamento com o objetivo de alcançar com a certeza de que conseguiremos, apesar das dificuldades, a meta zero no ano que vem”.

O governo conta, para conseguir atingir as metas em 2024, segundo Lo Prete:

  • Voto de qualidade do CARF (Conselho de Administração de Recursos Fiscais) – R$ 54,7 bilhões
  • Imposto sobre fundos fechados – R$ 13,3 bilhões
  • Taxação offshores – R$ 7 bilhões
  • Renegociação de dívidas de contribuintes – R$ 43,3 bilhões

Segundo Lo Prete, Haddad ponderou que o cenário para equilibrar as contas é um desafio: “Nós estamos comprometidos com aquilo que foi sancionado pelo Presidente da República, e se você ler o texto da lei sancionada, lá estão as indicações de como a lei tem que proceder. Obviamente que o governo vai lutar para ter as receitas suficientes para não ter que congenciar, uma vez que você não tem ali um espaço para cortes. Não estamos negando o desafio, não estamos negando a dificuldade, o que estamos afirmando é nosso compromisso”.