Patrícia Abravanel critica desigualdade na verba publicitária e propõe união entre SBT e Record

05/05/2016 às 20:13 · Tempo de leitura: 2 minutos

(Foto: Divulgação)

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A apresentadora Patrícia Abravanel revelou, nesta quinta-feira (5), que não descarta entrar no meio político em um futuro próximo, durante a sua participação no Jovem Pan Morning Show. A estrela do programa “Máquina da Fama” disse que se o atual sistema político mudasse, ela tentaria se aventurar no meio, assim como fez o seu pai Silvio Santos.

“Acho que num futuro eu penso sim. É uma forma de contribuir com tudo o que Deus me deu”, explicou. “Mas as coisas precisariam mudar. Do jeito que está, eu não entro”, completou.

A filha do dono do SBT trouxe à tona um assunto que é pouco abordado em público. “Se a Record junto com SBT registrar mais de 50% da audiência, o próprio mercado não terá justificativa para investir só na Globo e vai precisar dividir verba”, disse, ecoando uma reclamação comum, de que a emissora líder recebe publicidade em proporção superior à sua audiência.

A entrevista de Patrícia ao “Morning Show” rendeu uma declaração interessante sobre baixaria na televisão. “Se o programa tem resultado financeiro, mas não muita audiência é o que vale para nós. Sexo, polêmicas e tragédias dão ibope, mas não é a cara do SBT e não posso fazer algo que me agride só para agradar ao público. É melhor não fazer”.

Na próxima segunda-feira (9), o programa “Máquina da Fama” chega a sua 100ª edição e Patrícia revelou que irá interpretar “Fireworks” da cantora Katy Perry.

“Eu até perguntei se ia conseguir cantar a música. Treinei três dias em cima dela e o show foi fácil de ensaiar. O da Beyoncé eu levei mais tempo, pois a coreografia era muito difícil”, explicou.

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