Mansão absurda e apartamento em Nova York: Paulo Gustavo era dono de verdadeira fortuna e fotos provam

Mansão absurda e apartamento em Nova York: Paulo Gustavo era dono de verdadeira fortuna e fotos provam (Foto: Reprodução)
Paulo Gustavo, em vida, vivia uma vida de puro luxo; fotos provam
Paulo Gustavo, que foi um dos comediantes mais queridos pelo público brasileiro, acabou tendo sua vida ceifada após complicações fatais do coronavírus, quando ainda não se tinha vacina no país.
É fato que o comediante, mesmo sendo jovem, conseguiu abrilhantar sua carreira e elevar seu padrão de vida a valores meteóricos, de causar inveja em muitos famosos, afinal, um de seus maiores sucessos, “Minha mãe é uma peça”, rendeu muitos frutos.
A partir de seu talento, Paulo Gustavo comprou vários imóveis de luxo, como um apartamento enorme em Nova Iorque, a cidade é uma das mais caras do mundo.


Para vocês terem uma ideia do patrimônio do comediante, a região do apartamento do ator é uma das mais luxuosas, estando localizado no mesmo bairro que a diva Beyoncé tem uma casa.
Avaliado em 6 milhões de dólares, o imóvel era um dos queridinhos do comediante. Além do apartamento de luxo, Paulo e o marido Thales tinham comprado uma mansão avaliada em R$15 milhões, localizada no bairro super nobre, da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Fachada da mansão em que vivia Paulo Gustavo no RJ (Foto: Reprodução)
Mãe do artista pede respeito a Bolsonaristas
Dona Déa Lúcia Amaral, mãe de Paulo Gustavo, desabafou nas redes sociais após Bolsonaristas fazem posts de “luto” após o presidente Jair Bolsonaro ter perdido as eleições: “Mais empatia e respeito com quem realmente está de luto. Em nome de todos que perderam seus entes queridos”, escreveu a mãe do humorista, ao compartilhar um texto sobre o tema polêmico.
Para quem não lembra, Paulo Gustavo faleceu por sequelas da Covid, enquanto o presidente fazia propagandas anti-vacinas. O trecho do desabafo ainda dizia:
“Luto é uma dor forte, dilacerante, e rasga a alma. Luto é preparar o café e esperar pelo outro, é perceber que aquele lugar está vazio, são as velas apagadas das datas comemorativas, é bater palmas para um ser invisível. É pegar o celular e aguardar aquela ligação, rever aquela foto, abrir os braços e não ter quem abraçar”.
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