5 pedidos de falência, dívida de 6mi e morte: A situação vivida por empresa que faz alegria de milhares

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

21/06/2023 às 23:27 · Tempo de leitura: 3 minutos

A situação vivida por empresa que faz alegria de milhares - Foto: Reprodução/Internet

A empresa amada pelos brasileiros e que faz milhares sorrirem viveu uma situação delicadíssima

Muitas empresas acabam ganhando o apreço do grande público e ficando eternizadas no dia a dia de todos. Seja pelos produtos ofertados e a maneira de tratar os clientes, essas companhias costumam fazer a alegria de milhares.

Mas, além de sucesso e muita alegria, uma instituição também viveu momentos difíceis, lidando com 5 pedidos de falência, dívida de 6 milhões e até morte, de acordo com informações do portal G1 e da enciclopédia multilíngue ‘Wikipédia’.

Estamos falando da Hopi Hari, parque temático de São Paulo. Com uma área de 760 mil metros quadrados, o local é considerado um dos maiores parques de diversão da América Latina e foi projetado como um país fictício, com presidente, capital, idioma próprio, e outras características, sendo os funcionários os habitantes (hópius).

O parque está em atividade desde 1999. Para a construção, foram gastos cerca de 200 milhões de dólares, investimento projetado para ser alcançado em 18 meses.

Porém, o faturamento jamais virou realidade, visto que em 2008, ano do melhor desempenho financeiro da empresa, o parque recebeu 1,8 milhão de turistas e faturou em torno de R$ 70 milhões.

Diante da situação, o negócio foi transferido para outros donos, que assumiram o equivalente a R$ 180 milhões em dívidas e passaram a fazer dinheiro com o parque que até os dias de hoje faz a alegria de milhões de visitantes. Atualmente, o principal acionista do local é a empresa Brooklyn Internacional Group, com sede nos Estados Unidos.

Parque Hopi Hari – Foto: Reprodução/Internet

O que aconteceu com a empresa?

Ao longo dos anos, a empresa já lidou com 5 pedidos de falência, acumulou R$ 6 milhões em dívidas e viveu momentos delicadíssimos.

Em 2017, o parque passou a funcionar sem seguro para acidentes depois das seguradoras se negarem a fechar contrato, por conta do alto risco do negócio. Na mesma época, com 700 milhões em dívidas totais, o parque passou a operar por geradores após ter a energia cortada.

E por falar em segurança, no dia (28) de setembro de 2007, o estudante Arthur Wolf, de 15 anos, foi vítima de um choque anafilático enquanto estava em um dos túneis da Hora do Horror. Mesmo sendo reanimado depois de uma parada cardiorrespiratória, o jovem faleceu horas depois no hospital.

Além dele, outras pessoas também acabaram perdendo a vida no parque, como no dia (24) de fevereiro de 2012, quando a adolescente Gabriella Nichimura, de 14 anos, morreu após cair de uma das cadeiras do brinquedo La Tour Eiffel, cerca de 20 metros.

A situação vivida por empresa que faz alegria de milhares – Foto: Reprodução/Internet

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