Código da 190 que pode combater a violência doméstica

A violência doméstica é um caso ocorrente no país e a agressão física ou verbal podem trazer consequências de feminicídio Como forma de evitar mais casos, ligar para a 190 da polícia pedindo hambúrguer, pizza ou açaí ajuda a combater tal crime.

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Muitas mulheres não se sentem confortáveis e seguras para realizar uma denúncia direta. Para facilitar o socorro das vítimas, criaram uma nova forma de denunciar os maus tratos e agressões.

Ao ligar para a Polícia Militar pedindo comida, revelou-se sendo um código para violência doméstica, assim os policiais conseguem registrar os riscos e informar o pedido urgente de resgate.

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Segundo a diretora de Operações da seção de Direitos Humanos e Prevenção da Violência Doméstica, major Jane de Oliveira, comenta que os militares estão habituados e preparados para a gravidade da situação. “Temos, inclusive, a patrulha especializada. Todos estão habilitados para fazer esse primeiro atendimento. Bienalmente os militares são submetidos ao Treinamento Policial Básico (TPB)”, disse a major.

Por conta da onda do aumento de casos, a major Jane fala sobre o novo treinamento e disciplinas sobre o combate ao feminicídio.

A diretora reforça a importância da denúncia sendo por meio do código ou não e explica que 60% dos casos ainda não foram comunicados anteriormente. “Não pode ficar no anonimato, denuncie no 190 ou procure outras autoridades. Temos casos de pedidos de pizza, açaí e hambúrguer. Trotes acontecem e acabam atrapalhando nosso trabalho, mas reforço que toda ligação que atendemos recebe atenção, sendo encaminhada às nossas equipes que estão nas ruas”.

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Já teve casos de denúncia através do código?

O caso mais recente ocorreu no Norte de Minas, onde uma mulher de 42 anos realizou a ligação contando as inúmeras ameaças de morte feitas pelo agressor. Durante o telefonema, a vítima pediu uma pizza e informou o endereço. Logo depois a polícia chegou coagindo o suspeito.

Protesto contra a violência doméstica (Foto: Reprodução/Brasil de fato)

Protesto contra a violência doméstica (Foto: Reprodução/Brasil de fato)

Delegacia da Mulher (Foto:Reprodução/Globo)

Delegacia da Mulher (Foto:Reprodução/Globo)

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símbolo da violência doméstica (Foto:Reprodução/Agência Brasil)

Símbolo da violência doméstica (Foto:Reprodução/Agência Brasil)