De forma surpresa, Pedrinho define acerto com zagueiro e garante reforço importante para fortalecer o Vasco em 2025
O Vasco está a um passo de fechar com mais um nome de peso. Depois de semanas de conversas discretas, a diretoria cruz-maltina conseguiu arrancar um “sim” verbal de Carlos Cuesta, zagueiro colombiano de 26 anos que hoje veste a camisa do Galatasaray. O acerto ainda depende da liberação dos turcos, mas o jogador já topou manter o mesmo salário que recebe na Europa, algo na casa dos R$ 850 mil, com bônus por metas que podem engordar o valor.
Os dirigentes tratam o caso como uma negociação delicada. O contrato do defensor com o Galatasaray vai até 2028, e isso significa que só sai mediante compensação financeira. Além disso, o clube turco não quer abrir mão de um dos seus titulares sem retorno imediato, e o Vasco corre para encontrar um ponto de equilíbrio que agrade os dois lados.

Contudo, internamente, a confiança é grande. Admar Lopes, diretor esportivo, já disse a pessoas próximas que acredita em um final feliz. Porém, sabe que o tempo não está a favor e qualquer demora pode abrir espaço para concorrência.
O que anima ainda mais o Vasco é o interesse explícito de Cuesta em vestir a camisa alvinegra. Ele deixou claro que não pretende seguir para a Rússia, mesmo diante de propostas mais altas, como a que veio do Spartak Moscou.
Além disso, a decisão tem peso pessoal: família, segurança e também a vontade de disputar a Copa do Mundo de 2026 pela Colômbia. Jogar no Brasil, na vitrine do Campeonato Brasileiro, aumenta essa chance e coloca o zagueiro sob os olhos da comissão técnica de Néstor Lorenzo.
Quais as mudanças no Vasco?
No campo técnico, Cuesta se encaixa como uma luva no que Fernando Diniz busca para a defesa. Rápido, firme na marcação e com boa saída de bola, ele tem o perfil para jogar em linhas adiantadas e pressionar o adversário desde o campo de ataque.
Além disso, a chegada dele também pode acelerar outras mudanças na defesa. O Vasco ainda negocia a possível saída de João Victor para o CSKA e já analisa outras peças para manter o equilíbrio do setor. Cuesta, nesse cenário, seria o pilar central dessa reconstrução.
