+Com cinco patrocínios vindo do SporTV, Copa do Mundo faz Globo atingir primeiro bilhão
Causada pelo cigarro, a doença crônica do ator Pedro Paulo não o impede de continuar atuando
Na reprise da novela, o Cravo e a Rosa, o ator Pedro Paulo Rangel coleciona grandes atuações e papeis impecáveis na teledramaturgia brasileira.
Prestes a estrear uma série na TV Cultura, aos 73 anos, Pedro Paulo fala abertamente sobre sua doença crônica causada pelo cigarro, a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).
Em entrevista a coluna de Patrícia Kogut, Pedro Paulo revela que a doença não o impossibilita de trabalhar:

Suely Franco e Pedro Paulo Rangel em “O Cravo e a Rosa” (Reprodução/ Divulgação/ TV Globo)
“Vi notícias de que estou doente, que parei de trabalhar. Eu queria desmentir isso. Eu tomo remédios, tenho uma rotina. Faço fisioterapia. Eu só não posso andar muitos , não consigo, me dá falta de ar. Mas no palco eu ando perfeitamente. Nas ruas uso uma scooter. É a maneira que tenho para sair de casa e me locomover. Não quero andar e parar a cada cem metros para respirar. Não sou um inválido que está na cama. Foi muito chato quando li isso. É desagradável”, comentou Pedro Paulo.
O ator contou que parou de fumar em 88 e 14 anos depois foi diagnosticado com a doença, que trata até hoje: “Ela não dá sinais, é uma doença traiçoeira. Quando aparece, babau. Não tem cura, é irreversível e progressiva. Eu já tinha parado de fumar, mas o mal estava feito. E eu sou um ex-fumante radical. Não posso ver alguém com cigarro na minha frente. Eu falo: ‘Não faça isso, olha a minha situação’. “Fumar é um vício terrível”, comentou.
NÃO QUER NOVELA
Pedro Paulo ressaltou que não pretende voltar ao mundo das novelas, disse que seu tempo já passou, que precisa de muito tempo de dedicação e não tem contrato fechado.
Tópicos nesse artigo:
