Galvão Bueno n

“Galvão, lógico, é amado por uns e odiado por outros.”

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Atualmente se pergunta sobre o estilo dos narradores esportivos na TV. A verdade é que estamos precisando de uma leva nova destes, de gente que saiba passar emoção ao telespectador.

Vejamos um exemplo: Galvão Bueno está na Globo desde 1981 e teve uma breve passagem pela extinta Rede OM em 1992, mas voltou para a emissora dos Marinho no ano seguinte. Galvão, lógico, é amado por uns e odiado por outros. Seu estilo “carrancudo” consegue passar emoção ao telespectador. Cléber Machado é um tipo de narrador que também consegue passar emoção ao telespectador. Cléber narrou 7 das últimas 10 finais da Libertadores da América e vive o melhor momento de sua carreira.

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Luís Roberto é diferente tanto de Galvão quanto de Cléber, pois deixa os comentaristas mais a vontade e, por isso, cativa o telespectador. Já na Band o problema é “filosófico”. Devido a morte de Luciano do Valle no último mês de abril, Téo José passou a ser o locutor principal da emissora do Morumbi. Nada contra Téo, mas prefiro Nivaldo Prieto, o qual já teve experiências como titular, em algumas ocasiões até mesmo na própria Band, como na Copa América de 2001, realizada na Colômbia.

O caminho para a renovação dos narradores esportivos está na TV paga, da qual pessoas como Paulo Andrade fazem parte, e que fez uma “ponta” no SBT em 2003. Outros nomes a destacar são Marco de Vargas e Gustavo Villani, da FOX Sports, que também são grandes locutores e podem, quem sabe, substituir qualitativamente Galvão e Cléber.

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Texto escrito pelo leitor Matheus Nogueira

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