Atualizado em
Quer receber avisos de notícias no seu dispositivo? Ative as notificações do TV Foco.
Você já foi ao caixa da farmácia e ouviu a frase: “CPF na nota?”? A prática, apesar de parecer inofensiva ou vantajosa (pelos descontos), pode esconder riscos.
Especialistas em segurança digital vêm alertando a população sobre o uso indevido de dados sensíveis — como o CPF — em programas de fidelidade de farmácias.
Muitas redes de farmácia vendem os dados dos clientes, incluindo CPF, telefone, e até os medicamentos comprados, para empresas de marketing, planos de saúde e operadoras de crédito, sem o consentimento claro do consumidor.
Ao informar seu CPF, a farmácia cria um perfil com seu histórico de compras de medicamentos, que pode ser usado para deduzir doenças, tratamentos e até diagnósticos. Isso representa um risco à privacidade médica.
Em casos extremos, esses dados podem cair nas mãos de seguradoras, que analisam o perfil antes de aprovar planos ou seguros, prejudicando o consumidor com base em informações que ele nem sabia que estavam sendo compartilhadas.
Embora pareça apenas uma estratégia para ganhar descontos, fornecer o CPF em farmácias pode colocar em risco sua privacidade e seus dados de saúde. O ideal é questionar, buscar transparência e exercer seu direito de proteger informações pessoais. Em tempos de vazamentos e abusos de dados, todo cuidado é pouco.
Leia também
Eu sou Aaron Tura, publicitário e jornalista formado nas Faculdades Integradas Rio Branco. Atuo no mercado de TV desde 2010 sendo um grande admirador da área de atuação de TV e Famosos, com experiência em portal de notícias e na TV. Posso ser encontrado em minha rede social @aarontura no Instagram