Prefeitura mineira desvia R$1,2 milhão da saúde para pagar show de Gusttavo Lima
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Gusttavo Lima (Foto: Reprodução)
Cidade de 17 mil habitantes em MG contrata show de Gusttavo Lima por R$1,2 milhão
Gusttavo Lima está no topo das páginas de notícias após vazar que o cantor foi contratado por R$ 1,2 milhão por uma cidade do interior de Minas Gerais através de uma verba que só pode ser usada para saúde, educação e infraestrutura.
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A prefeitura da cidade de Conceição do Mato Dentro, de apenas 17 mil habitantes, afirmou que o dinheiro veio de recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem). Essa verba, no entanto, é destinada para outros setores, como mencionado.
O show de Gusttavo Lima está marcado para o dia 20 de junho, na 32ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus do Matozinhos, evento religioso do local.
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Vale mencionar que desde a semana passada, Gusttavo Lima está na mira do Ministério Público por causa de dois contratos milionários com as prefeituras de Mato Grosso e Roraima. Outros canais chegam a afirmar que possuem ainda mais casos.
CIDADE DE 8 MIL HABITANTES TAMBÉM PAGA CACHÊ ALTO AO CANTOR
Em Roraima, a menor cidade do estado, São Luiz, com cerca de 8 mil habitantes, também vai desembolsar cerca de R$800 mil reais para pagar um show de Gusttavo Lima.
O evento trata-se de uma vaquejada, e terá outros cantores além de Gusttavo Lima, como Cesar Menotti e Fabiano e Solange Almeida. São Luiz possui o segundo menor PIB do estado.
HIPOCRISIA? CANTOR COBRA DE PREFEITURA 266 VEZES O TETO DA LEI ROUANET
Gusttavo Lima vem sendo bastante criticado por utilizar verbas públicas para seus shows. Crítico a lei Rouanet e bolsonarista, segundo sites, o cantor que critica a “mamata dos artistas”, chegou a cobrar dos órgãos públicos 266 vezes o teto da lei.
Em nota, a assessoria do cantor defendeu que “Não cabe ao artista fiscalizar as contas públicas para saber qual a dotação orçamentária que o chefe do executivo está utilizando para custear a contratação”.
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