Priscila Belfort: Encontro antes do sumiço e busca por corpo em matagal são detalhados em programa
O caso de Priscila Belfort está prestes a completar 23 anos e voltou à tona por conta de Jorge Lordello no programa “Isso não é um talk show”
O caso de Priscila Belfort está prestes a completar 23 anos, e ainda segue dando o que falar. O assunto voltou à tona por conta da participação do delegado Jorge Lordello no programa “Isso não é um talk show”, que trouxe algumas revelações.
A entrevista aconteceu em agosto de 2026. Ele decidiu relembrar o caso em conversa com Carioca, que disse que a encontrou pouco antes do sumiço.
“Eu vi a Priscila Belfort… eu não sei o tempo. Bem logo depois, ela sumiu. Eu fui no casamento do Vitor com a Joana, e ela estava no casamento. Aconteceu dela sumir um pouco depois”, disse.
Para quem não lembra, Priscila Belfort desapareceu aos 29 anos, no dia 9 de janeiro de 2004, e o caso nunca teve uma solução definitiva. Jorge Lordello relembrou tudo e contou alguns detalhes.
“A Priscila, veja que loucura. Ela foi nomeada num cargo para ficar um tempo, na secretaria de esportes… No centro do Rio de Janeiro. Uma da tarde, ela sai para almoçar. O namorado também trabalhava no mesmo prédio. Naquele dia, ele não foi almoçar com ela. Ela foi sozinha. Ela sai para almoçar e não volta”, disse.
Com isso, a chefe foi procurá-la, ligou algumas vezes, mas o celular estava desligado. A mãe da desaparecida foi avisada, e foi aí que tudo começou.
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Vitor, seu irmão, foi fazer boletim. Contudo, não foi possível encontrar vestígios de Priscila após sair do prédio.
“Estamos falando do centro do Rio. Só que, naquela época, tinha poucas câmeras. A polícia não localizou uma câmera dela fora do trabalho”, disse o delegado.
Denúncia e busca pelo corpo de Priscila Belfort
Em 2007, uma mulher foi para a delegacia fazer uma denúncia: “Eu não aguento mais, quero confessar porque eu assisti Priscila Belfort sendo morta”, afirmou.
Além disso, Lordello conta que o promotor chegou a arregalar o olho, e a moça alegou que quatro traficantes tinham matado Priscila Belfort porque ela devia dinheiro por uso de drogas. A polícia prendeu a moça e os quatro preventivamente.
Por fim, a denunciante dizia saber o local do corpo, e chegou a ir em um matagal com policiais especiais e retroescavadeiras para mostrá-lo. Eles ficaram por um tempo escavando e não encontraram nada.
Em suma, o delegado disse que um amigo policial viu o perito fazendo um sinal de que aquela mulher era louca. Ela começou a chorar e desmentiu toda a história. “Ela é maluca. Teve que soltar os 4 traficantes”, concluiu.