Programa chega ao fim e Globo promove funeral para comemorar
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Fundação Roberto Marinho, ligada ao Grupo Globo, sofre grave acusação do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Foto: Reprodução)
Marcelo Adnet e Marcius Melhem no Tá no Ar: A TV na TV. (Foto: Divulgação)
O Tá no Ar: a TV na TV vai se juntar à eternidade no rol de programas de humor. Um festivo cortejo de despedida, no melhor estilo nonsense e desconstruído do humorístico, marca seu encerramento, no episódio da próxima terça-feira, dia 09. Contrariando o imaginário comum de um funeral, o luto passa longe e dá lugar a alegria e muita cor. Na gravação da cerimônia, que mobilizou os Estúdios Globo e contou com cobertura especial de Pedro Bial, elenco e equipe entoaram marchinhas de Carnaval e músicas das seis temporadas do programa em torno do caixão do ‘Tá no Ar’, celebrando o fechamento de um ciclo.
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Vinte estandartes com fotos dos personagens mais emblemáticos lembram a trajetória do programa e coroas de flores enviadas por outras atrações da Globo compõem o ritual, além de rosas, gérberas, margaridas e monsenhores coloridos.
Marcelo Adnet como Jair Bolsonaro em sátira de Chaves do Tá no Ar
(Foto: Reprodução/Globo)
No episódio, Pedro Bial acompanha todo o cortejo e entrevista nomes do elenco, como Marcius Melhem e Marcelo Adnet, que também são redatores finais. “Não é exagero falar sobre a importância do ‘Tá no Ar’. É um marco na história do humor da televisão brasileira. Marcou um ‘antes’ e um ‘depois’. Acho maravilhosa a ideia de haver um funeral do programa. É raro a gente ver essa coragem e dignidade. Evidentemente, quem sabe morrer vai renascer. O ‘Tá no Ar’, com esse nome como tal, acaba, mas para essa moçada que faz esse humor, é só um começo. Ainda vamos dar muita risada e, principalmente, pensar muito a partir do trabalho deles”, destaca Pedro Bial.
Recordista de participações no programa, com quatro aparições, Fátima Bernardes não poderia faltar nesse momento. “Eu amo o programa! Espero que permaneça vivo esse estilo provocador e irreverente. Participei de tanta coisa… A mais difícil, para mim, foi a do Kill Bill porque eu tinha um personagem, tinha que encenar, fazer caras, lutar. Foi muito divertido! Vou guardar a lembrança com enorme carinho”, declara.
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