"Severos riscos": A proibição da ANVISA de produto nº1 do Brasil confirmada por Renata no JN por CÂNCER

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

27/06/2024 às 10:00 · Tempo de leitura: 5 minutos

A proibição da Anvisa, exposta por Renata, de produto popular (Reprodução: Montagem TV Foco)

A Anvisa proibiu um produto muito popular entre os brasileiros, principalmente os mais jovens. A informação teve a confirmação de Renata Vasconcellos, durante o Jornal Nacional em uma edição de abril deste ano, por conta de riscos de câncer.

A vigilância sanitária é o principal órgão responsável pela averiguação de todos os produtos, desde a sua fabricação, até o momento em que estão disponíveis para venda. Quando identificam algum problema, rapidamente emitem um alerta aos consumidores.

De acordo com a jornalista Renata Vasconcellos, a Anvisa decidiu manter a proibição dos cigarros eletrônicos, após um dia inteiro de reunião entre as partes envolvidas. A medida se deu no dia 19 de abril de 2024, exposta pelo Jornal Nacional.

Heraldo Pereira e Renata Vasconcellos no comando do Jornal Nacional (Reprodução: Globo)

“A Anvisa decidiu, por unanimidade, manter a proibição da importação, fabricação e comercialização de cigarros eletrônicos no Brasil. A decisão foi tomada depois de consulta pública e alerta dos médicos para os severos riscos à saúde”, declarou a jornalista.

Heraldo Pereira, que estava substituindo William Bonner na edição, comentou que, mesmo proibido desde 2009, há milhões de pessoa que usam o produto. Isso alimenta o mercado irregular e atinge todos os comerciantes.

“Os dados mais recentes revelam que quase 3 milhões de brasileiros usam cigarros eletrônicos. Em 2008, eram 500 mil. Segundo a Universidade Federal de Pelotas, ao menos 20% das pessoas de 18 a 24 anos já experimentaram algum tipo de cigarro eletrônico”, disse ele.

Cigarro eletrônico muito consumido pelos jovens (Reprodução: Internet)

Riscos de saúde

Apesar de parecer menos agressivo que o cigarro tradicional, principalmente por conta do cheio e do gosto, os cigarros eletrônicos podem trazer até mais perigos para a saúde. Isso porque, segundo a OMS, eles aumentam consideravelmente as chances de desenvolver câncer.

Por fim, doenças respiratórias e cardiovasculares, como infarto, morte súbita e hipertensão arterial também ficam com uma chance maior de acontecer com os usuários. Portanto, a não utilização desse produto faz um grande bem para a saúde e evita riscos de mortes repentinas.

Alerta da Anvisa sobre a proibição dos cigarros eletrônicos (Reprodução: Internet)

O que a Anvisa faz com um produto irregular?

Quando a Anvisa identifica um produto fora dos padrões exigidos, pede para empresa realizar o recolhimento de todo o lote afetado e emite um alerta aos consumidores.

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