"Apreensões em shoppings de São Paulo": Proibição da ANVISA de produto popular é confirmada por Tralli no JH
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Proibição da ANVISA de produto é confirmada por Tralli no JH (Reprodução/Montagem/Canva)
Produto muito famoso é proibido pela Anvisa e confirmado por Tralli na Globo
O âncora César Tralli confirmou no Jornal Hoje, durante a última semana, que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária cravou uma proibição de produto muito popular.
“Receita Federal fez hoje uma operação para combater o comércio de cigarros eletrônicos em São Paulo”, informou o jornalista.
Portanto, não é desde hoje que as apreensões desses produtos acontecem.
Isso porque, a Anvisa decidiu por manter a proibição da comercialização dos Dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) em abril.
Desse modo, a decisão é resultado do processo regulatório que revisou a regulamentação desses produtos no país e as informações científicas mais atuais disponíveis.
A atualização da norma proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de todos os dispositivos eletrônicos para fumar.
“Resolução da Diretoria Colegiada RDC n° 855/2024 além de proibir a comercialização, importação, o armazenamento, o transporte e a propaganda dos DEF, reforça a proibição de seu uso em recintos coletivos fechados, público ou privado”, diz a lei.
No entanto, o regulamento aprovado não alcança a proibição do uso individual, mas é proibido em qualquer ambiente coletivo fechado, desde 1996.
Além disso, a resolução prevê a atualização sistemática da literatura pela Anvisa sempre que houver justificativa técnico-científica.
Com isso, a pena prevista é de dois a seis anos de reclusão e pagamento de multa que pode chegar a R$ 94,6 mil.
Quais São os riscos do consumo de DEF’s?
O uso contínuo de cigarros eletrônicos tem sido associado a condições como bronquite, inflamação pulmonar e até mesmo pneumonias graves.
Ademais, o vapor liberado pelos dispositivos pode conter partículas ultrafinas que penetram profundamente nos pulmões, agravando ainda mais os problemas respiratórios.
“Dispositivos eletrônicos para fumar, como o cigarro eletrônico, contêm substâncias tóxicas que causam câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares”, defende o Instituto Nacional do Câncer (Inca).
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