
Projota no ‘Conversa com Bial’ (Foto: Higor Gargiulo/TV Globo)
O cantor de rap Projota foi um dos convidados do “Conversa Com Bial” que foi ao ar nesta quinta-feira (19). Na atração, ele falou sobre sua perspectiva para a carreira, e ainda opinou sobre temas polêmicos, como feminismo e machismo.
Projota se mostrou um defensor do feminismo, e revelou ser um machista que está em desconstrução. “Eu apoio muito essa luta das mulheres que tem crescido nos últimos anos. Sou um machista em desconstrução”, disse o cantor.
Ele ainda falou sobre a fama que adquiriu de ser um entendedor das mulheres. Projota acredita que a convivência com as tias contribuiu para que ele passasse a entender melhor sobre o universo que é a cabeça de uma mulher.
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“Não sei como isso aconteceu não, eu perdi minha mãe muito cedo. Com 7 anos ela sofreu um AVC e aos 9 ela morreu. Com a perda, tive o ganho da minha avó incrível e minhas tias e acho que criei uma conexão com elas muito forte” , conta.
Projota, ainda falou sobre a época em que começou a compor, e ainda revelou que o rap não foi a sua primeira paixão no universo musical.
“Quando tinha 15 anos, comecei a ouvir mais rap, escrevo desde os 11 anos, mas escutava antes rock. Minha mãe era cantora e atriz. Então a música estava dentro de mim desde cedo. Eu lembro de fazer paródia de todos os comerciais de TV. Com 11 anos comecei até a compor”, disse.
O cantor ainda comentou os ataques que recebeu ao ser convidado por Anitta para participar de seu DVD.
“Senti uma moral muito grande e entreguei (a música) ‘Cobertor’ para ela. Naturalmente, essa parte mais conservadora do rap ficou chocada ‘fazendo música com funkeira’. Mas precisou alguém dar a cara a tapa e agora tem gente fazendo também”, comentou.
